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AMZ Arquitetos

 

 

O AMZ - dos arquitetos Pablo Alvarenga, Manoel Maia e Adriana Zampieri - surgiu em 2009 e reúne uma equipe que busca aliar soluções conceitualmente livres a técnicas construtivas adequadas, através de um processo colaborativo que integra clientes, consultores e construtores a partir de um olhar multifocal sobre as diferentes etapas e tipos de projeto, da escala urbana a do objeto.

 

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Casa Bélgica | São Paulo  / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Localizada em um bairro residencial e arborizado de São Paulo, a Casa Bélgica, projeto assinado pelo escritório AMZ Arquitetos, dos sócios Adriana Zampieri e Pablo Alvarenga, tem o programa dividido em 3 blocos (serviço, área íntima e lazer), empilhados de modo a criar uma área social liberada de paredes e totalmente integrada ao jardim, de onde se tem a percepção de toda a dimensão do terreno.

O bloco de serviços é separado do estar e piscina por painéis de correr translúcidos, de modo que seus ambientes (copa, cozinha e churrasqueira) sejam integrados à área social quando desejado.

No bloco de serviço apoia-se o dos dormitórios, delimitado por painéis ora deslizantes ora de abrir e fabricados em madeira pinus, que também proporcionam a integração da sala íntima com o telhado verde do bloco de serviço abaixo.

No último pavimento o bloco de lazer avança em balanço em direção ao jardim e aproveita a luz e a vista arborizada do bairro. À noite o jogo da translucidez dos painéis tem efeito inverso, com a luz passando pelos brises e iluminando o jardim.

Ficha:
Nome do Projeto: Casa Bélgica
Nome do escritório: AMZ Arquitetos
Autores: Pablo Alvarenga, Manoel Maia, Adriana Zampieri
Equipe: Gabriel Rocchetti, Paula Saito, Paula Ferreira Leite
Localização: São Paulo, SP
Ano de conclusão da obra: 2016
Área total construída (m2): 1075 m²
Fotografia: Maira Acayaba

 

 


 

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Casa Tijucopava | Guarujá / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Casa Tijucopava, projeto do escritório AMZ Arquitetos, que tem à frente os arquitetos Pablo Alvarenga e Adriana Zampieri, está localizada na Serra do Guararu (Guarujá, SP) e teve como partido arquitetônico priorizar a circulação livre e o método construtivo em sinergia com o espaço em que está inserida – o entorno da Mata Atlântica.

Devido ao aclive acentuado do lote, o desafio foi elevar a casa ao patamar da copa das árvores, tirando proveito do espaço e criando um horizonte que se volta à praia. O programa dividiu-se em três níveis, sendo o primeiro o subsolo da garagem, além de demarcar a raia da piscina - esse volume serve de apoio para a estrutura de madeira que define os andares onde acontecem as principais atividades da casa. No pavimento inferior organiza-se a área social, enquanto o superior recebe os dormitórios.

Também devido à inclinação do terreno, optou-se por um sistema construtivo leve e de fácil instalação. A contenção foi feita a partir do volume de concreto (elevado a 5 metros do solo) e, acima dele, ergue-se a estrutura de madeira cumaru que emoldura toda a residência. O sistema, ancorado a partir de um aparelho de apoio em aço galvanizado, foi pré-fabricado e dividido em seis módulos de 4,5 x 3,75 metros, com balanços de 1,25 metro para cada lado. Trata-se de um método de construção que agiliza a obra, sem peças grandes e sem a necessidade de fôrma.

A modulação da estrutura de madeira se reflete na planta, sobretudo, do andar de cima. Por ser simétrica transversalmente, ela permite que o térreo se mantenha livre, enquanto as suítes dividem-se entre cinco dos seis módulos existentes.

Programa / Casa Tijucopava - A entrada é marcada pelos muros de pedra e pela íngreme rampa de acesso que se desenha conforme a topografia do terreno. Dali em diante, o que se vê é um platô de concreto, e sobre ele a estrutura de madeira conformando os outros dois pavimentos do imóvel. Uma escada principal conduz os moradores ao interior da residência para mergulhar de vez no mar e na Mata Atlântica.

Passando pela garagem e subindo a escada adentra-se no piso social. Ao sair do subsolo, encontra-se um espaço completamente livre de paredes, de modo que a caixilharia de vidro faz a separação entre interior e exterior. As portas envidraçadas não impedem que cozinha, salas de estar e jantar desfrutem da paisagem e, quando recolhidas, permitem que a área social se transforme numa grande varanda. Além disso, a integração das áreas interna e externa foi reforçada pelo piso contínuo feito de placas de mármore tunisino, que reveste o pavimento térreo, inclusive o interior da piscina.

Nas laterais externas à garagem encontram-se duas escadas secundárias que levam à área de serviço. Uma outra determina o acesso ao último piso da casa, onde alojam-se os dormitórios. A circulação aqui ocorre apenas através de uma passarela, que mantém o pé-direito duplo da área social livre. À frente, vitrôs se abrem para um jardim, favorecendo a ventilação cruzada e a iluminação natural.

Do outro lado, cinco suítes foram direcionadas para a paisagem, sendo que os banheiros ocuparam a parcela mais próxima à passarela, na parte central da laje. Para iluminar e ventilar esses ambientes, foi instalado um lanternim que vai de uma ponta a outra da casa.
 

 

 


 

 

 

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