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Casa 100 Arquitetura

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Diogo Luz
José Guilherme Carceles

 

Inspirados no minimalismo da arquitetura moderna, no uso de materiais da arquitetura oriental, no brutalismo da arquitetura paulista e nas cores da arte contemporânea. A dupla criou o “Casa 100” em abril de 2013 e busca trazer elementos urbanos para projetos residenciais, comerciais e corporativos.

 

55 11 3360-4842 | @ | WEB

 

 


 

 

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Apartamento Brooklin | São Paulo / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O cliente queria um apartamento, amplo e contemporâneo, que o atendesse quando viesse para o Brasil. A família, de quatro pessoas, mora fora do país, e visitam o Brasil de tempos em tempos.

Algumas vezes os quatro vêm juntos, por isso a necessidade de dois sofás que funcionassem como sofás cama, e às vezes eles vem separadamente. O apartamento foi chamado de bancada coringa, porque são duas grandes bancadas de concreto que fazem a divisão de todo o programa do apartamento (cozinha, jantar, tv, home office). “Por ela ter várias funções apelidamos de coringa”, comenta José Guilherme Carceles, arquiteto do escritório Casa 100 Arquitetura. O único ponto de cor que quebra a neutralidade do apartamento são os azulejos Lurca amarelos no frontão da cozinha.

O apartamento recebe grande quantidade de luz natural, o que cria um clima aconchegante no espaço. “Eles buscavam acabamentos mais sóbrios e "tradicionais", por isso o piso é todo em taco cumaru, e optamos por trabalhar com uma madeira mais escura (pau ferro) que passa esse ar de seriedade desejado por eles”, finaliza Guilherme.

Fotos: Quadra 2

 

 


 

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Apartamento Sem Paredes | São Paulo / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A única divisão interna deste ap, assinado pelo escritório Casa 100 Arquitetura, é o painel de vidro que protege o banheiro. Todo o restante é integrado em prol da entrada da luz natural e sensação de amplitude

Apesar de generosa, a varanda era a única fonte de luz natural do apartamento comprado ainda na planta pelo jovem casal, que fazem todas as atividades a pé, ou de bicicleta, adoram a região central e valorizam a arquitetura e o design.

Não desperdiçá-la, portanto, era uma das maiores preocupações do projeto assinado pelos arquitetos Diogo Luz e Zé Guilherme Carceles, sócios no escritório Casa 100 Arquitetura. Por essa razão – e em nome da sensação de amplitude para a área exígua –, não se vê nenhuma parede interna setorizando os ambientes. A única que existia, a do banheiro, foi substituída por uma folha de vidro jateado, capaz de vedar o local sem comprometer sua privacidade, captando a luminosidade.

Nesse contexto, até o quarto fica aberto, resguardado por persianas quando há hóspedes. “Um baú separa a cama do sofá, assumindo as funções de cabeceira com nichos, armário e também divisória. Com 90 cm de altura, ele cumpre vários papéis sem, no entanto, formar uma barreira visual”, diz Zé Guilherme.

Do outro lado, à frente do sofá, uma grande bancada cinza, com 5 m de comprimento, se desdobra em home theater e cozinha, acomodando a TV e seus equipamentos, do lado esquerdo, e pia e fogão, mais à direita.

O charme desse trecho está no colorido da marcenaria, laqueada com três nuances de verde, pensadas para fazer par com o azul maciço do terraço, parte da fachada do prédio. “A ideia era proporcionar uma linguagem contínua. Num imóvel compacto, é melhor evitar muitos elementos diferentes”, ensina Zé Guilherme. Essa uniformidade é reforçada pelo cinza, onipresente no revestimento cimentício do chão ao teto. Como terceiro material, surge a acolhedora madeira: o pínus foi a espécie escolhida para compor o guarda-roupa, volume de destaque na face oposta, na ala do dormitório.

Aproveitada em cada centímetro, a varanda concentra mesa de jantar, estante para livros, máquina de lavar roupas e até o refrigerador de ar, aparelhos escondidos atrás de insuspeitos painéis. “É um espaço social, mas também lavanderia. Tudo junto e organizado”.

 

Fotografia Quadra 2

 

 


 

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Apartamento Lívia e Thiago | São Paulo / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os arquitetos Diogo Luz e José Guilherme Carceles transformaram um pequeno apartamento em um lar funcional com móveis multiusos, concreto aparente, cores vivas e detalhes em cobre. O apartamento de 40m2 dos recém-casados Lívia e Thiago tem cada canto aproveitado. A multifunção dos ambientes foi a solução adotada pela dupla de arquitetos do escritório de arquitetura brasileiro Casa 100 Arquitetura, Diogo Luz e José Guilherme Carceles.

O estilo urbano e contemporâneo do casal foi contemplado na concepção do projeto do apartamento de pé direito duplo, mezanino, sala de estar com cozinha acoplada e dois banheiros, localizado no bairro Campo Belo, na zona sul de São Paulo, no Brasil. Carceles e Luiz resolvem o problema de espaço com móveis de marcenaria com múltiplas funções e soluções personalizadas que no contexto valorizam o estilo do projeto.

As soluções - Para aumentar a amplitude da sala de estar, e trazer mais luminosidade para o quarto, localizado em um mezanino, os arquitetos decidiram deixar a laje nervurada aparente, aumentando o pé direito e dispensando revestimentos: “A escada também ficou no cimento, sem acabamento nenhum. Seguem um estilo bruto, que exploramos neste projeto”, explica Luiz.

De acordo com Carceles, a moradora queria ter uma sala de estar e televisão “separadas” em seu apartamento. Foi por esse motivo que os arquitetos apostaram em um móvel com duas funções na sala. Quando aberta, a peça amarela, por dentro e por fora, acomoda a televisão. Já fechada, funciona como aparador. “Esse tipo de móvel multiúso é perfeito para aproveitar ao máximo espaços pequenos como esse."

A peça que delimita a cozinha é um painel preto, com a geladeira embutida. “Eles adoram cozinhar, e queriam muito um espaço para poder escrever suas receitas e ter um apoio para preparar os ingredientes”, explica Carceles. A saída foi fazer uma bancada com dois bancos embutidos, que quando puxados, vira uma mesa para quatro pessoas. Além disso, a parede da bancada foi pintada com tinta lousa, para que possam escrever receitas e recados.

O problema de falta de armários foi resolvido com uma grande prateleira de madeira no teto, que contorna parte da cozinha. Um painel que vai do piso ao teto separa esse ambiente da área de serviço. As luminárias da cozinha são de cobre e harmonizam com os tubos que garantem a proteção da escada – esses canos de cobre também servem para criar um pequeno ambiente, que virou a casa da Filó, gata do casal.

No quarto, optaram por derrubar a mureta de proteção do mezanino, que bloqueava a luminosidade, e transformá-la em uma grande bancada, estruturada em chapa metálica e revestida em madeira que avança sobre o vazio do mezanino. “A ideia foi substituir uma barreira por um móvel utilitário, que ainda ampliou o quarto. A bancada virou um home office, duas cabeceiras e uma boa prateleira”, conta Carceles.

No banheiro do casal, na cozinha e na lavanderia, as bancadas foram moldadas em concreto in loco. E no lavabo, a cuba é feita de chapa metálica, com uma torneira simples de latão, igual as de tanque. De acordo com Luz, essas escolhas fazem uma diferente enorme no bolso do cliente, e no estilo do apartamento, que segue a tendência urbana e bruta.

No banheiro do casal, a porta é piso teto – não tem batente – para dar essa sensação de amplitude. “A parede inteira de azulejos, do cemitério dos azulejos, também ajuda, pois quando você estende o mesmo material no acabamento o ambiente cresce”, explica Luiz.

Já no lavabo, a iluminação por trás do espelho e o acabamento simples em ladrilho cerâmico laranja têm o papel de clarear o banheiro. Para Carceles, a escolha traz um contraste interessante ao ambiente.

 

 

 


 

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Apartamento Pilar Azul | São Paulo / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Localizado no bairro do Itaim, em São Paulo, o apartamento de 60m² é muito maior do que parece. Com soluções criativas e design contemporâneo, os arquitetos criaram um ambiente aconchegante e multifuncional, atendo às necessidades do morador.

Para ganhar mais amplitude, os profissionais optaram pela integração total dos ambientes e pela utilização de móveis baixos para delimitar os espaços. O único cômodo ocultado foi o banheiro, que teve sua porta incorporada ao painel de madeira Pinus, mesmo material utilizado nos armários – desenvolvidos por Luz e Carceles – do closet, que também recebeu uma chapa de ferro para dividir o móvel do quarto, deixando a luz natural chegar no espaço.

A utilização de móveis que possuem mais de uma função também foi uma das soluções adotadas pelos arquitetos. O aparador que fica no pé da cama e cria uma divisão entre o quarto e a sala - e onde ficam todos os aparelhos da TV - nos dias em que a casa estiver cheia, serve de banco para os convidados.

Um dos desafios deste projeto foi atender ao pedido do morador, que queria uma televisão em todos os ambientes. Para isso, os arquitetos desenvolveram um trilho automatizado que leva o aparelho de um lugar para o outro.

O projeto luminotécnico foi pensando para oferecer conforto. Os painéis de vidro valorizam a vista e deixam fluir a luz natural por todo apartamento. Para isso os arquitetos apostaram na luz indireta, presente na sanca que contorna a área social. Na cozinha e no terraço – que recebeu uma mesa com seis cadeiras – a iluminação foi reforçada com o uso de pendentes. E no quarto, na base de madeira da cama, fitas de LED foram instaladas para guiar o caminho durante a noite, sem a necessidade de mais claridade.

Fotografia: Quadra 2

 


 

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Apartamento Poledance | São Paulo / SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O cliente queria um espaço para dar festas e receber os amigos. Quando perguntamos o que ele queria no projeto, ele respondeu “Quero um Poledance”. Por isso o nome. A partir disto, criamos um ambiente leve, mutável, multifuncional, contemporâneo, urbano e livre.“

 

Projetado para um jovem advogado, solteiro e que gosta de receber amigos, o apartamento Poledance de 65m², localizado no Itaim Bibi, com 65m², surpreende pela sua multifuncionalidade e design de interiores.

Com todo o desenho de marcenaria desenvolvida pelos arquitetos, a proposta do projeto foi criar um ambiente amplo e que atendesse todas as necessidades do cliente. Os móveis baixos que contornam toda a sala, foram pensados para servir de bancos, apoios ou mesa. Já o balcão da cozinha foi desenhado com um fecho “toque”, ficando maior conforme o desejo do morador. E para fazer o papel da mesa de jantar foi usado um quadro grafitado, que quando não está sendo utilizado, está pendurado na parede.

Além de pensar no design e no uso dos espaços, Diogo e José Guilherme desenvolveram um projeto luminotécnico com luz indireta na sanca de gesso, que possui duas funções: a iluminação comum do dia a dia ou a colorida para festas. Por estarem sobre a sanca, elas não aparecem, deixando o espaço mais agradável. Já na cozinha, um pendent foi instalado sobre o balcão e no terraço spots de luz com iluminação aparente remetem a baladas underground.

 

Fotografia: Quadra 2 Fotografia

 

 


 

 

 

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