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04 |
MAI 2012
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De cima para baixo:
prédio com sistema construtivo invertido reduz impacto ambiental
No sistema construtivo HAHNE aproximadamente 30 mil árvores já foram
preservadas
Um novo sistema construtivo trazido para Santa Catarina pela
Construtora Hahne muda a concepção de tudo o que já se conhece de
Construção Civil. Primeiro pela forma como a obra é executada: com os
pilares fixados, as lajes começam a ser formadas do último andar, o
mais alto, para o térreo. O
sistema
construtivo possibilita a otimização de materiais, menos custos e
menor tempo. E por fim, o que pode ser ainda mais importante, a
redução no impacto ambiental.
A
preocupação com o sustentável começa no projeto. Com departamento de
projetos próprio, a Hahne faz os cálculos e o desenvolvimento
pensando em menos danos ao meio ambiente. No canteiro de obras o uso
de poliestireno expandido, composto de material reciclado, reduz o
volume de concreto e armadura. O isopor é composto por resíduos que
normalmente iriam ficar no meio ambiente. “Utilizamos somente o
volume necessário de concreto e aço. Depois a laje é preenchida com
isopor feito de material reciclável”, complementa o engenheiro Rui
Hahne. O sistema de formas, próprio da Hahne, assegura uma laje
nivelada sem necessidade de se fazer um contrapiso para receber
material de acabamento. O formato como a obra é desenvolvida reduz
até 40% o número de pilares e vigas, diminuindo a emissão de CO2 no
ambiente.
Outra
novidade é que a Hahne não utiliza formas e escoramentos de madeira,
que depois de utilizados são descartados. A construtora desenvolveu
escoramentos metálicos. A utilização de metal e fibra de vidro torna
as formas reutilizáveis e ecologicamente corretas. Só neste processo,
uma obra de 500 m2 deixaria de derrubar aproximadamente 50 árvores,
lembrando que esta árvore levará 25 anos para atingir o tamanho ideal
de corte.
O sistema
construtivo HAHNE foi utilizado em diversas obras, totalizando área
superior a 300 mil m2. Com elas já foram preservadas aproximadamente
30 mil árvores. Entre as principais estão, os prédios da IAB em
Joinville (SC), os complexos industriais da Malwee Malhas, LMG Roupas
e Duas Rodas Industrial, em Jaraguá do Sul (SC), além do edifício
industrial e silos da Bunge Alimentos, em Ponta Grossa (PR).|
www.hahne.com.br
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Uma grande Comunidade
Juntas, construtoras em Curitiba se preparam para programa de
melhorias em revestimento
Problemas de revestimento em grandes construções, como fissuras,
pastilhas que se soltam das fachadas dos prédios, entre outros, podem
estar com os dias contados em Curitiba. É que acontece nos próximos
dias 15 e 16 de maio, a primeira etapa do Programa de Desenvolvimento
de Construtoras – PDC, um dos braços do projeto “Comunidade da
Construção”, um movimento nacional criado pela Associação Brasileira
de Cimento Portland (ABCP) com o objetivo de integrar a cadeia
produtiva. O pólo curitibano, que reúne construtoras de pequeno,
médio e grande porte, como Plaenge, Terrasse, Casa Alta, Baú
Construtora, Benvecon, Vanguard Home e Mistral Incorporação e
Empreendimentos, entre outras, além dos fornecedores: Votorantim e
Testurite, se preparam para abordar ao longo do ano o tema
“Revestimento em Argamassa”.
Com foco
neste crescimento e na formação cada vez mais aprofundada e treinada
das construtoras, os dois encontros têm como objetivo principal
preparar os participantes para os próximos três módulos a serem
ministrados ao longo deste ano: projeto, execução e planejamento.
Segundo
adianta o engenheiro Alex Maschio, gerente da ABCP-Sul, logo após as
primeiras semanas de treinamento já é possível verificar melhorias.
“O curso é voltado à prática e aos processos realizados no dia a dia
de uma construtora. Desde o primeiro dia já é possível identificar o
que pode ser aplicado, caso a caso”. Para Maschio, esta identificação
já poderá resultar na elevação da qualidade destas obras que utilizam
revestimento em argamassa, evitando também a possibilidade de um
retrabalho e custos desnecessários.
Com o PDC
o objetivo é melhorar a qualidade de execução das obras, aumentando
assim a competitividade das construtoras locais. Desta forma, é
possível oferecer um suporte na qualificação da mão de obra evitando
problemáticas que cheguem ao consumidor final.
O que é a Comunidade
da Construção?
- O projeto “Comunidade da Construção” foi lançado pela Associação
Brasileira de Cimento Portland (ABCP) em 2002 e trata-se de um
movimento nacional que visa integrar a cadeia produtiva ligada aos
sistemas construtivos à base de cimento. Ele envolve Sinduscons,
entre outras entidades nacionais e locais, além de fabricantes,
projetistas, prestadores de serviço, universidades, entidades e
consultores que buscam o mesmo resultado: o aumento da
competitividade no mercado.
Hoje, o
projeto está presente em 13 pólos, distribuídos por todo o Brasil.
Por meio de seus programas, visa difundir as melhores práticas de
projeto, planejamento e execução destes sistemas, auxiliando no
desempenho de toda a cadeia produtiva.
Dentro
deste projeto diferentes programas buscam atender esta prerrogativa
fortalecendo de maneira técnica os sistemas à base de cimento. Eles
ressaltam a produtividade, a qualidade e a tecnologia por meio dos
cursos de capacitação ofertados aos agentes da cadeia produtiva.
Nestas oportunidades os participantes podem trocar experiências,
organizar e divulgar os resultados obtidos.|
www.comunidadedaconstrucao.com.br
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Mercado imobiliário em
São Bernardo do Campo esquenta
Estudo exclusivo da Lopes indica que o nível de estoque caiu enquanto
houve aumento nos lançamentos. Perfil do imóvel também mudou para
apartamentos menores
São Bernardo do Campo é o terceiro município mais importante da
Região Metropolitana de São Paulo quanto lançamentos residenciais
verticais, nos últimos três anos recebeu 9 mil novos apartamentos,
enquanto Guarulhos mais de 20 mil e São Paulo mais de 110 mil.
Atualmente
São Bernardo do Campo apresenta boa liquidez de vendas de imóveis
novos. Segundo a pesquisa realizada pela área de Inteligência de
Mercado da Lopes, maior empresa de intermediação e consultoria de
lançamentos imobiliários do Brasil, as vendas são rápidas na cidade e
o estoque vem diminuindo continuamente. Enquanto há 3 anos o estoque
disponível era de 33% do total das unidades lançadas em três anos, em
janeiro de 2012 aferiu-se apenas 16%, demonstrando a liquidez dos
mercado em questão.
A redução
do nível de estoque aconteceu ao mesmo tempo em que o mercado
aumentou o número de lançamentos. Nos últimos três anos, foram
lançados no município 57 empreendimentos, totalizando 109 torres,
9.017 unidades e somando um VGV (Valor Geral de Vendas potencial
aproximado) de R$ 2,5 bilhões.
Para
atender a demanda da região, foram lançados apartamentos de dois e
três dormitórios, respectivamente, 4.330 unidades e 4.030 unidades,
que foram comercializados rapidamente. “Atualmente um apartamento com
dois dormitórios custa, em média, R$ 4.200/m² e quatro dormitórios R$
4.500/m².” afirma Cristiane Crisci, diretora de Inteligência de
Mercado da Lopes.
No último
triênio (Jan/09 a Dez/11), 80% dos apartamentos lançados em São
Bernardo do Campo concentraram-se em 10 bairros, com destaque para
Planalto com 1.311 unidades, seguido de Vila Baeta Neves e Centro,
com 1.248 e 1.154 apartamentos, respectivamente.|
www.lopes.com.br
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Luxo ilimitado

É da
arquiteta Patricia Anastassiadis os apartamentos decorados do
Unlimited Ocean Front, empreendimento de luxo que a Yuny
Incorporadora lançou no último final de semana na avenida da praia,
em Santos, inspirada nos supercondomínios da Ocean Drive, de Miami.
Com
projeto dos escritórios Aflalo & Gasperini e Claudio Abdala, o
Unlimited Ocean Front tem apartamentos de 45 metros quadrados a 130
metros quadrados, a maioria com vista para o mar, devido ao desenho
sinuoso e marcante do edifício.
Pensado
para investidores, que devem locar suas unidades para profissionais
que estão chegando à cidade por causa do pré-sal, o empreendimento
vem repleto de serviços cinco-estrelas, como concierge, room service,
personal trainer e auxiliar de compras. Tudo para fazer da nova casa
um oásis de modernidade e conforto.|
www.anastassiadis.com.br |
www.aflaloegasperini.com.br |
www.claudioabdala.com.br
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www.yuny.com.br
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Construtora Escala
inaugura espaço exclusivo no Big Shopping
Estão a todo vapor os
preparativos para a conclusão da obra de reforma e adequação do
espaço exclusivo que a Construtora Escala irá ocupar no Big Shopping,
em Contagem, MG, a partir de abril. Aliando tecnologia de ponta e um
aconchegante café para receber os clientes, a área de 32 m2 recebeu
investimentos da ordem de 250 mil reais, incluindo obra civil,
mobiliário e equipamentos de última geração.
O objetivo
do espaço exclusivo é criar um ambiente charmoso, tranquilo e
confortável para que os clientes e investidores da Escala se sintam
em casa, com toda a comodidade, para conhecer as novidades sobre os
empreendimentos e fechar negócios com privacidade e segurança. O
projeto é das arquitetas Maria Elisa Lara e Paloma Damasceno.
Segundo o
Gerente de Negócios da Escala, Adimilson Moura, a decisão da empresa
pelo Big Shopping tem foco no potencial do centro de compras para a
fidelização da marca junto aos clientes de interesse da região, no
estreitamento de contatos com investidores e no fortalecimento do
relacionamento com a comunidade.
“Esperamos
ampliar em 30% a comercialização dos nossos empreendimentos através
desse novo canal de vendas. A visibilidade da marca através do
contato direto com os clientes e da presença constante junto aos
investidores vai possibilitar um salto na imagem corporativa da
construtora, permitindo que alcancemos até 2016 a meta de estar entre
as melhores empresas do segmento em Minas Gerais”, destaca Admilson.
A abertura
da loja no Big Shopping, prevista para o início de abril, terá como
anfitriões os empresários Admilson Moura, Eliza Souza, Amiro Passades
e Andrezio Silva, sócios-diretores da Construtora Escala. A loja fica
na Avenida João César de Oliveira, 1285, 2º piso, no Eldorado.|
www.escalaempreendimentos.com.br
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Mercado de imóveis
novos residenciais registra tendência de crescimento
Pesquisa do Secovi-SP aponta bons resultados em fevereiro,
considerado mês de sazonalidade para o mercado imobiliário
O mercado
de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou a
venda de 2.109 unidades em fevereiro, com crescimento de 12,8% em
relação a igual mês de 2011 (1.869 unidades) e de 97,5% comparado a
janeiro de 2012 (1.068 unidades).
De acordo
com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP,
responsável pela Pesquisa sobre Mercado Imobiliário, foi o terceiro
melhor desempenho para o mês, considerando a evolução de vendas desde
a mudança de metodologia, a partir de 2004.
Do total
comercializado, 87,7% resultaram da soma de imóveis de 2 e 3
dormitórios, respectivamente, 1.202 unidades (57%) e 647 unidades
(30,7%). Em termos de área útil, unidades em média com 46 m² e 65 m²
representaram 43% das vendas.
O
indicador Velocidade de Vendas referente aos 12 meses encerrados em
fevereiro ficou em 59,6%, superior aos 58,3% observados em mesmo
espaço de tempo terminado em janeiro. Já o indicador VSO (Vendas
sobre Oferta) mensal foi de 10,3%.
Acumulado
– No primeiro bimestre, as vendas em unidades acumulam alta de 17,7%
(3.177 imóveis) em relação ao mesmo período de 2011 (2.699 unidades).
Em Valor Geral de Vendas (VGV), expresso em reais, os dois meses
movimentaram R$ 1,4 bilhão, superando em 13,1% o faturamento do mesmo
bimestre do ano passado.
Lançamentos
residenciais
– A Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) apurou, no
segundo mês de 2012, o lançamento de 1.383 unidades, com alta de
105,2% em relação a janeiro último e queda de 52,3% sobre fevereiro
de 2011.
Considerações
– Fevereiro ainda integra o período de sazonalidade do mercado
imobiliário, caracterizado pelo baixo movimento no início do ano.
“Mesmo assim, há indícios de crescimento consistente, ao se observar
os indicadores da pesquisa”, pondera Celso Petrucci, economista-chefe
do Sindicato.
Para o
presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, os dados confirmam as
previsões de ajuste do mercado às novas condições, depois de período
de crescimento proporcionado por um cenário econômico exuberante nos
últimos anos. “Com objetividade, é de se esperar que o mercado de
imóveis continue a apresentar bons resultados em 2012 e nos próximos
anos. Inclusive, cada vez mais bem distribuído no atendimento a
diferentes faixas de renda familiar”, observa.|
www.secovi.com.br
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Barra da Tijuca atrai
novos investimentos
Expansão de empreendimentos comerciais e instalação de novas empresas
comprovam potencial de crescimento da região
Empresários estão cada vez mais interessados em abrir negócios no
bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Vários setores estão de
olho nas oportunidades e no potencial de crescimento e
desenvolvimento da região. “Nos últimos anos ocorreu uma grande
expansão imobiliária e comercial e grandes empresas se instalaram na
Barra. Além de ser extenso, o bairro é o mais novo da cidade, o que
aumenta a sua visibilidade no meio empresarial, pois há muito para
explorar”, afirma Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de
condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.
Eike
Batista, o homem mais rico do Brasil, percebeu o potencial da Barra
da Tijuca e decidiu investir alguns de seus tostões na construção de
um shopping voltado para as classes A e B. O empreendimento ficará
localizado na Avenida das Américas, a mais importante da região. “Os
outros shoppings da Barra estão em um momento de expansão, com
ampliações, novos espaços, mais lojas e salas comerciais. A
concorrência está acirrada e isto é muito bom para os negócios, os
consumidores e também para o bairro em si”, observa Freitas, diretor
de locações da ABADI.
Outros
segmentos também estão se expandindo na região. A PRIMAR, por
exemplo, inaugurou no fim do ano passado a sua nova filial na Barra
da Tijuca. A escolha do bairro foi uma estratégia para ampliar as
transações comerciais realizadas pela administradora de imóveis e
para aumentar sua influência nos públicos mais exigentes. “A PRIMAR
Barra foi inaugurada em novembro e está situada no Condomínio Island
Personal Offices, um prédio com infra-estrutura requintada, ideal
para atender os clientes interessados na comercialização de imóveis
de alto padrão”, ressalta.
Com mais
de 43 anos de atuação no mercado imobiliário, a PRIMAR tem tradição
no negócio e se consolidou com a administração familiar, passada de
geração para geração. Pai, filhos, netos, tios e sobrinhos
contribuíram para que esta história fosse de sucesso. “Com o
estabelecimento da sociedade com Luiz Cláudio de Almeida Bendia foi
possível finalizar a estratégia de expansão do grupo. Bendia trouxe
seus mais de 24 anos de experiência no mercado para somar com o
know-how que a PRIMAR já tem e assim a filial na Barra se tornou
realidade”, conta.
Apartamentos e casas de alto padrão são o principal foco neste novo
momento da administradora. Com a PRIMAR Barra a empresa pretende
aumentar em 30% as transações de compra e venda de imóveis, em 20% o
número de condomínios administrados e em 10% as negociações de
locação de imóveis. “Nosso trabalho será desenvolvido principalmente
na Barra de Tijuca e arredores, por ser uma região que está se
valorizando cada vez mais e que é possível aproveitar os novos nichos
de mercado que estão se formando”, destaca Freitas.
A beleza
natural da Barra da Tijuca é outro fator que contribui para a chegada
de novas famílias no local. Com 26 quilômetros de praias de areias
brancas e mar limpo, com água adequada para banho, a orla da Barra
possui muita vegetação nativa, incrementando o visual. “A instalação
de novas empresas na região é reflexo do aumento no número de
moradores e turistas que vem conhecer as praias. O alto índice de
desenvolvimento humano no bairro, acima de 0,9, também é considerado
um fator que contribui para o seu crescimento”, acrescenta.
A extensão
da Barra da Tijuca é grande – o bairro começa na ponte sobre o canal
da Joatinga e termina nas avenidas Salvador Allende e Alfredo
Baltazar da Silveira, divisa com o bairro Recreio dos Bandeirantes.
“Nós temos certeza de que a PRIMAR vai superar suas metas com a nova
filial na Barra da Tijuca. Assim futuramente poderemos expandir ainda
mais os negócios, tendo em vista que o mercado imobiliário no Rio de
Janeiro está aquecido e a expectativa é que as transações aumentem
com a Copa em 2014 e as Olimpíadas em 2016”, finaliza.|
www.primaradministradora.com.br
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Estudo da Lopes revela
mudança no perfil de regiões como Brooklin e Itaim Bibi
O perfil
da família brasileira está mudando e alguns bairros tradicionais,
como Brooklin e o Itaim Bibi, já estão sentindo essa mudança,
deixando de ser redutos de famílias grandes para receber executivos
jovens e solteiros que querem morar perto de shoppings, restaurantes
e, principalmente, do trabalho.
Segundo
estudo exclusivo da Lopes, no Itaim Bibi, no triênio encerrado em
2008 não houve lançamento de imóveis de 1 ou 2 dormitórios, e nos
três anos seguintes eles dominaram, somando 74% do total lançado.
Enquanto isso, os empreendimentos com 4 dormitórios, que eram 89% do
mercado entre 2006 e 2008, caíram para 5% do mercado no triênio
seguinte. No Brooklin o movimento foi semelhante. Enquanto 75% dos
apartamentos lançados entre 2006 a 2008 tinham 4 dormitórios, de 2009
a 2011, 73% passou para imóveis de 1 ou 2 dormitórios. |
www.lopes.com.br
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Living Construtora alia
qualidade e preço acessível no Way Vila Guilherme
Empreendimento apresenta melhor custo-benefício da região e conta com
localização privilegiada
A Living Construtora, empresa do grupo Cyrela Brazil Realty, começa
2012 apresentando o Way Vila Guilherme, empreendimento na zona norte
de São Paulo, com VGV de R$ 65 milhões e diferenciais como
localização e preço.
O Way Vila
Guilherme está ao lado das principais vias de acesso da região, (como
a Marginal Tietê, Av. Guilherme, Av. Brás Leme e Av. Luis Dumont
Vilares), transporte público (Metrôs Tietê, Carandiru e Terminal
Rodoviário do Tietê), centros comerciais (Walmart, Carrefour, Lar
Center, Center Norte e Shopping D), além dos parques da Juventude e
Anhembi, universidade UniSant’Anna e o SESC.
Com o
melhor preço do metro quadrado na região e garantia de qualidade da
Living Construtora, o empreendimento tem duas torres em um terreno
com mais de 6.600 m², áreas comuns assinadas pelo renomado paisagista
Marcelo Faisal e segurança 24 horas. As plantas são de 2 e 3
dormitórios com suíte (53 m² e.66 m²).
As áreas
de lazer possuem fitness, espaço para ginástica, sauna com descanso,
redário, piscinas adulto e infantil, quadra gramada, 2
churrasqueiras, salões de festas adulto e infantil, playground, play
minicidade, brinquedoteca e salão de jogos.|
www.livingconstrutora.com.br
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Pelo quarto ano
consecutivo, CH2M HILL está entre as companhias mais éticas do mundo
Concedido pelo Instituto Ethisphere, prêmio reconhece liderança ética
e prolongada da empresa global de engenharia
A CH2M HILL, empresa de engenharia, construção, gerenciamento,
operações e meio ambiente, que atua no Brasil desde 1996, foi nomeada
pelo quarto ano consecutivo como uma das companhias mais éticas do
mundo pelo Instituto Ethisphere. A sexta lista do Instituto destaca
organizações que demonstraram pioneirismo ao promover padrões éticos
nos negócios. O ranking valoriza companhias que não se limitam a
discursos e transformam palavras em ações, introduzindo ideias
inovadoras que beneficiam a sociedade e estimulam os concorrentes a
adotarem atitudes semelhantes.
“Figurar
mais uma vez no ranking das Companhias mais Éticas do Mundo é uma
honra para a CH2M HILL e uma prova do comprometimento de nossos
funcionários com os valores do respeito e da excelência na entrega de
projetos“, ressalta o Chairman e CEO da empresa, Lee McIntire.
Uma vez
que a CH2M HILL continua monitorando e fortalecendo esses programas,
a empresa se orgulha dos progressos alcançados ao longo de 2011:
• criação
do programa embaixador ético em cada unidade de negócio;
•
estabelecimento de Ética para Fornecedores e de Princípios Éticos de
Conduta;
• estímulo
ao compromisso com a sustentabilidade nas operações da empresa e
serviços prestados aos clientes;
•
incentivo ao investimento comunitário e o voluntariado corporativo.
Para a
Diretora Jurídica da CH2M HILL, Margaret McLean, “programas éticos
bem-sucedidos exigem mais do que políticas robustas ou um código de
conduta, exigem liderança, comunicação constante e incentivos para
que a ética seja parte do nosso diálogo diário".
"A cada
ano, a competição entre as empresas para estar no ranking das
Companhias Mais Éticas do Mundo aumenta, na medida em que cresce o
número de organizações que se candidatam ao Prêmio", afirma Alex
Brigham, Diretor-Executivo do Instituto Ethisphere. Brigham destaca
que as empresas vencedoras sabem que programas éticos consistentes
são um componente chave dentro de um modelo de sucesso nos negócios.
Por meio
de pesquisas abrangentes e análises com várias fases, o Ethisphere
avaliou candidaturas de empresas de mais de 100 países. A metodologia
utilizada inclui a revisão de códigos de ética; histórico de
infrações e litígios; avaliação de investimentos em inovação e
sustentabilidade; avaliação de atividades destinadas a melhora da
cidadania corporativa e estudo das nomeações de altos executivos,
parceiros industriais, fornecedores e clientes.|
www.ch2mhill.com.br
Para saber
mais sobre as empresas mais éticas do mundo
ethisphere.com/wme
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Minas Gerais registra
crescimento de 5,6%, maior do que o conquistado pelo setor em nível
nacional
A Conartes teve aumento no Valor Geral de Vendas (VGV) no primeiro
bimestre de 2012 de 30% em relação ao mesmo período de 2011
Dados do
produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais divulgados recentemente
pela Fundação João Pinheiro, demonstraram que a construção no Estado
em 2011, cresceu, 5,6%. O desempenho foi superior ao observado pela
economia mineira que apresentou expansão em 2,7% (o mesmo incremento
observado pelo país) e foi o melhor no segmento industrial. O número
também foi maior do que o registrado pelo setor em nível nacional
(3,6% de acordo com o IBGE) e confirmou o fortalecimento da expansão
setorial. A Conartes Engenharia e Edificações – que atua no mercado
de alto luxo na Grande BH e São Paulo, com mais de 30 anos no mercado
– confirma estes dados com os números do seu Valor Geral de Vendas
(VGV) que apresentou um aumento no primeiro bimestre de 2012 de 30%
em relação ao mesmo período de 2011.
De acordo
com o diretor-presidente da Conartes, José Francisco Cançado, outro
fator que interferiu no mercado é a Taxa Básica de Juros. “O Comitê
de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic de
10,5% para 9,75% ao ano. A queda de 0,75 ponto percentual - que era
cogitada, mas surpreendeu os mercados - visa impulsionar o
crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país e amenizar os
efeitos da crise mundial. Sempre que a Selic fica em um patamar
abaixo de 10% representa um bom estímulo, fomentando as vendas”,
explica.
Obras em ritmo
acelerado -
De acordo com Cançado, a empresa possui sete obras em andamento,
sendo que mais de 50% delas já estão completamente vendidas. Os três
empreendimentos que ainda possuem unidades à venda são:
• Edifício
Juan Les Pins: localizado, no Funcionários, o empreendimento já está
70% comercializado. As unidades de 265 a 314 m² custam de R$
2.305.000,00 a R$ 4.794.000,00 (cobertura).
• Edifício
Don Cielo: localizado no Vila da Serra este empreendimento possui
unidades de 190 e 200 m². O valor das unidades varia de R$
1.372.000,00 a R$ 3.243.000,00 (cobertura) e o edifício já está cerca
de 50% vendido.
•
Condomínio Resort Green Garden: já está com todas as coberturas
comercializadas, restando apenas 10% do empreendimento para venda.
Com apartamento de R$ 1.944.000,00 a R$ 2.446.000,00, as unidades
possuem metragens de 244 a 265 m².
Forte presença em
São Paulo -
A Conartes dá continuidade à sua expansão para São Paulo e acaba de
adquirir mais um terreno na capital paulista, desta vez no bairro
Aclimação, na região nobre dos Jardins (Avenida Luis Gomes Cardim
Sangirardi). O primeiro empreendimento da Conartes em São Paulo,
Edifício Voir Ibirapuera, foi lançado em 2010 e foi 100%
comercializado na planta. “Investimos em São Paulo em função da
cidade ser o maior mercado do Brasil. Esse é um passo importante para
a marca da empresa, que é forte em Minas e será também em SP, pois a
qualidade de acabamento de Minas Gerais é referência – em especial da
Conartes Engenharia no alto-luxo – o que será nosso maior
diferencial. SP poderá ser a ponte para nossa expansão até para
outros estados”, analisa.|
www.conartes.com.br
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Cia. City 100 anos:
arquitetos e representantes de associações falam sobre a importância
da urbanizadora para São Paulo
Em 13 de
março último, a Cia. City completou 100 anos desenvolvendo projetos
urbanísticos no Brasil. A empresa, de origem inglesa, se estabeleceu
em São Paulo em 1912 e trouxe para o país o conceito bairro-jardim.
Foi assim que a companhia deu vida a bairros como Jardim América,
Pacaembu e Alto de Pinheiros, fazendo com que sua história se
confundisse com o próprio registro do desenvolvimento da capital
paulista no último século.
Os números
impressionam: até agora, a mais antiga empresa de planejamento urbano
do país foi responsável pelo desenvolvimentode 32 milhões de metros
quadrados, planejando 49 bairros em diversos municípios do Estado,
incluindo, além da capital São Paulo, Osasco, Piracicaba, São José
dos Campos, São Bernardo, São Caetano do Sul, Itu, Taubaté, Ribeirão
Preto, Guarulhos e Barretos. A empresa deixou sua marca ainda em
Goiás, Santa Catarina e Minas Gerais.
“O
conceito de bairro-jardim é muito interessante, pois foi o percursor
da ideia de incorporar a dimensão ecológica ao desenho da cidade. O
Pacaembu é um exemplo disso, ele tem um relevo acentuado e foi a
primeira vez que se desenhou um bairro de acordo com a sua
topografia”, explica o arquiteto Mauro Munhoz.
“O bairro
do Pacaembu é muito importante dentro da história do urbanismo
paulista, não só pelo seu traçado inovador, diferente de tudo aquilo
que se fazia até então, mas pelo desafio de implantação dele por
conta de sua integração com aquilo que já exisitia. Ele faz de uma
maneira muito adequada o elo entre uma cidade de traçado tradicional
com as partes novas da cidade”, completa Mônica Junqueira de Camargo,
arquiteta e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da
USP.
100 anos que
marcaram a história do urbanísmo no Brasil
- O primeiro loteamento da Cia. City na capital paulista foi o Jardim
América, completado em 1915. Ali já estava presente a visão
inovadora, e que se tornou marca registrada da Cia. City: o conceito
de "bairro-jardim", desenvolvido pelos urbanistas ingleses Barry
Parker e Raymond Unwin.
A empresa
também foi a primeira na oferta de financiamento dos lotes e
construção de casas, e a segmentar públicos na comunicação ao se
dirigir diretamente às diferentes colônias, como italianos, alemães,
japoneses e árabes. Outro desafio que enfrentou no início de sua
tragetória como urbanizadora foi convencer os compradores de que o
Jardim América, na época uma área afastada do centro de São Paulo,
seria uma boa opção para moradia. Para isto, a Cia. City garantia a
disponibilização de infraestrutura completa, incluindo transporte,
além de criar áreas para a implantação de clubes e praças públicas.
Estes 100
anos apoiando o desenvolvimento urbanístico brasileiro geraram um
extenso portifólio de projetos caracterizados pelo traçado sinuoso
das vias que se adaptam à topografia do terreno, entre os quais
regiões como Pacaembu, Alto de Pinheiros e Anhangabau. Além de
restringir a circulação pelo bairro e reduzir a velocidade dos
veículos, o traçado característico das regiões planejadas pela Cia.
City elimina esquinas cegas, ampliando a segurança dos moradores. O
bairro-jardim valoriza assim o meio ambiente, com áreas verdes
projetadas para os espaços públicos que também garantem aos seus
habitantes um lugar para se socializar. Há ainda normas construtivas
para preservar a natureza residencial dos bairros e a manutenção do
verde.
“Morar em
um bairro City é sempre um motivo de orgulho, principalmente pela
preservação ao meio ambiente e o apoio da Cia. City neste sentido. No
Jardim América, por exemplo, há 8 mil árvores, um verdadeiro pulmão
verde dentro da cidade de São Paulo”, afirma João Maradei,
diretor-executivo da AME Jardins - Associação de Moradores dos
Jardins América, Europa, Paulista e Paulistano. “Morar em um bairro
City significa conviver com o verde em uma cidade absolutamente
concretada e acinzentada”, reforça Iênides Benfati, presidente da
Associação Viva Pacaembu.
E a jovem
centenária Cia. City continua atuando ativamente em projetos que
valorizam o verde e a qualidade de vida dos moradores, filosofia
alinhada às perspectivas de desenvolvimento sócio-econômico do país
para os próximos anos. A exemplo disso, lançou há três meses, em
parceria com o Grupo Enplan, o empreendimento imobiliário, fechado,
Fazenda Dona Carolina, principal projeto da empresa para 2012. Os 348
terrenos destinados à construção de residências de lazer ocupam uma
área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em uma legítima
fazenda cafeeira do século 19, na região de Itatiba.|
www.ciacity.com.br |
Depoimentos:
www.youtube.com/ciacity
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MPD e MBigucci: as mais
Sustentáveis do Brasil, em 2011
As
construtoras MPD e MBigucci serão reconhecidas como as mais
sustentáveis do Brasil, no ano de 2011, em evento que será realizado
nesta quarta-feira, 14/03, às 19h, em São Paulo, durante a solenidade
de premiação do 8º Ranking ITC 2011 – As 100 Maiores da Construção.
Para receberem o Prêmio ITC SustentaX de construtoras mais
sustentáveis entre as 100 maiores do país, as duas empresas foram
avaliadas e auditadas in loco pela equipe técnica da SustentaX.
O objetivo
do Prêmio ITC SustentaX é reconhecer as construtoras e seus
dirigentes que entenderam que sustentabilidade empresarial passa pela
geração de resultados para os acionistas com respeito à sociedade e
desenvolvimento de suas atividades com ética e responsabilidade
socioambiental. “O setor da construção civil é um dos que mais
impactam as comunidades e o meio ambiente ao mesmo tempo em que geram
novas oportunidades e postos de trabalho. É muito importante
reconhecer e premiar as empresas construtoras que, de fato,
contribuem para a mitigação de riscos de seus negócios e para a
construção de uma sociedade mais sustentável”, afirma Newton
Figueiredo, presidente do Grupo SustentaX.
Para
Guillermo Guirao, presidente da ITC, distinguir as mais sustentáveis
entre as 100 maiores é importante também para disseminar as boas
práticas de gestão e de campo para toda a cadeia construtiva.
“Queremos criar com o Prêmio ITC SustentaX uma referência para os
financiadores, investidores e também para os que procuram imóveis.
Estamos falando de empresas que buscam ter também menores riscos
socioambientais em suas operações”, finaliza.
Para
poderem participar e serem avaliadas, as construtoras deveriam estar
entre as 100 maiores do Brasil, em levantamento realizado pela ITC,
pelo critério de m2 construídos, e demonstrar:
1.
Regularidade Jurídico fiscal;
2.
Respeito aos princípios do Pacto Global da ONU;
3.
Ausência de processos ambientais por parte de órgãos públicos;
4. Que não
se encontrava nas listas de trabalho escravo e infantil do Ministério
do Trabalho e
5.
Consciência de seus principais impactos, riscos e oportunidades de
sua atuação.
Com a
documentação entregue e planilha de avaliação respondida, a equipe da
SustentaX realizou auditorias nos canteiros e solicitou comprovações
documentais correspondentes aos itens referentes à Gestão
Sustentável, Preservação Ambiental em Obra e Respeito à Cidadania dos
Canteiros.|
www.premioitcsustentax.com.br
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Em ano de centenário,
Cia. City volta suas atenções para o interior de São Paulo
Urbanizadora que deu vida a bairros como Pacaembu e Jardim América
projeta empreendimentos em regiões localizadas em umraio de até 100
km de distância da capital paulista; Principal investimento da
empresa em 2012, Fazenda Dona Carolina, realizado em parceria com o
Grupo Enplan, celebra os 100 anos da companhia
Em março a Cia. City completou 100 anos desenvolvendo projetos
urbanísticos no Brasil. A empresa, de origem inglesa, se estabeleceu
em São Paulo em 1912 e trouxe para o pais o conceito bairro-jardim.
Foi assim que a companhia deu vida a bairros como Jardim América,
Pacaembu e Alto de Pinheiros, fazendo com que sua história se
confundisse com o próprio registro do desenvolvimento da capital
paulista no último século.
Os números
impressionam: até agora, a mais antiga empresa de planejamento urbano
do país foi responsável pelo desenvolvimentode 32 milhões de metros
quadrados, planejando 49 bairros em diversos municípios do Estado,
incluindo, além da capital São Paulo, Osasco, Piracicaba, São José
dos Campos, São Bernardo, São Caetano do Sul, Itu, Taubaté, Ribeirão
Preto, Guarulhos e Barretos. A empresa deixou sua marca ainda em
Goiás, Santa Catarina e Minas Gerais. E a jovem centenária Cia. City
continua atuando ativamente em projetos que valorizam o verde e a
qualidade de vida dos moradores, filosofia alinhada às perspectivas
de desenvolvimento sócio-econômico do país para os próximosanos.
“A maior
distribuição de renda, emprego edisponibilidade de crédito devem
contribuir para o crescimento do mercadoimobiliário. Por outro lado,
maiores custos de terrenos e impacto de novas construções sobre as
cidades devem alavancar a criação de novos bairros em cidades de
porte mas não metropolitanas, seguindo o conceito da cidade compacta.
Essas regiões, localizadas em um raio de até 100 km de distância de
São Paulo, são foco de atenção da empresa, sempre dentro dos
conceitos urbanísticos que consagraram a Cia.City nos últimos 100
anos”, explica José Bicudo, presidente da urbanizadora.
A exemplo
disso, a Cia. City lançou há dois meses, em parceria com o Grupo
Enplan, o empreendimento imobiliário, fechado, Fazenda Dona Carolina,
principal projeto da empresa no ano de seu centenário. Os 348
terrenos destinados à construção de residências de lazer ocupam uma
área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em uma legítima
fazenda cafeeira do século 19, na região de Itatiba.|
www.fazendadonacarolina.com.br
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Incorporadora
Idea!Zarvos recebe prêmio de arquitetura em Cannes
A
incorporadora Idea!Zarvos, por meio do Edifício Oka, cujas obras
iniciarão em maio desse ano, recebe o prêmio MIPIM AR Future Projects
Awards, de extrema importância quando se fala em arquitetura,
organizado pela revista inglesa Architectural Review. A premiação
ocorreu em 07 de março, em Cannes. A incorporadora foi representada
por seu vice-presidente Luiz Felipe Carvalho. O objetivo do prêmio é
eleger, dentre centenas de projetos inscritos, as melhores e mais
criativas propostas arquitetônicas, considerando-se não só o
empreendimento em si, mas também o seu potencial transformador em
relação ao entorno. É a segunda vez que a incorporadora recebe esse
prêmio, sendo a primeira vez por conta do Edifício residencial 360º
em 2009. “É com muito orgulho que recebemos esse prêmio tão relevante
ao mercado imobiliário, principalmente por sermos a primeira
incorporadora brasileira a recebê-lo em Cannes”, conclui Carvalho.|
www.ideazarvos.com.br
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Edifício Verde da
Dígitro é Premiado como Construção Sustentável de 2012
O Edifício Verde da
Dígitro Tecnologia, um dos maiores projetos de prédio ecologicamente
sustentável de Santa Catarina, acaba de ser escolhido pela comissão
julgadora do Prêmio Expressão de Ecologia como ganhador nacional do
título de Construção Sustentável 2012.
A
diplomação da empresa ocorrerá durante o Fórum de Gestão Sustentável,
programado para o segundo semestre, e que reunirá em Florianópolis
especialistas de todo o País em desenvolvimento sustentável, além de
dezenas de ONGs, representantes de governo e empresas envolvidas em
projetos “verdes”.
A Dígitro
é nacionalmente reconhecida por uma grande variedade de práticas de
responsabilidade sócio-ambiental que a qualificam como empresa
“sustentável”. O Reconhecimento para o Prêmio de 2012 teve como base,
principalmente, o projeto de construção do novo complexo que abriga a
sede da empresa, localizada na capital Catarinense.
O
empreendimento foi baseado no conceito green building (Edifícios
Verdes), buscando a preservação ambiental e o aproveitamento máximo
de recursos naturais, como o calor e a luz solar, a água da chuva,
entre outros, reduzindo significativamente o consumo de energia.
“Ficamos
muito orgulhosos com o prêmio, pois sabemos que a disseminação de
projetos como este reforça a idéia de que preservação ambiental é uma
responsabilidade de todos e deve estar na base dos valores
empresariais”, afirma Geraldo Faraco, Presidente da Dígitro.
Preferência para a
Luz Natural e Uso de Água da Chuva
- Entre as principais características da edificação, estão os vidros
especiais, chamados insulados, que permitem a penetração de luz
natural em todos os ambientes (menor necessidade de luz artificial),
bloqueando em 70% a entrada de calor e diminuindo o uso de
ar-condicionado, ao mesmo tempo em que reduz em mais de 70% o ruído
externo. No topo, uma estrutura de células fotovoltaicas está sendo
montada em etapas, para que, até 2014, a luz interna utilizada em
todos os ambientes, durante o dia, seja suportada pela energia
advinda dessa fonte.
O prédio
conta também com sistemas de aquecimento solar, circuitos hidráulicos
distintos - um de água tratada, para uso em torneiras e chuveiros, e
outro, independente, para uso específico na descarga dos vasos
sanitários, que utiliza água coletada da chuva (capacidade de
armazenamento: 60.000 litros). A questão da energia também foi
tratada no mesmo conceito sustentável do restante do empreendimento.
A utilização de um prisma central permite a entrada de luz solar nos
vários andares, reduzindo o uso de iluminação artificial e
consequentemente o consumo de energia.
A
estrutura também recebeu um moderno sistema de tratamento de
efluentes, ampla estrutura para portadores de necessidades especiais,
programas de saúde, com incentivo a utilização de bicicleta, além de
programas de reciclagem que envolvem não somente os colaboradores,
mas também a comunidade local.|
www.digitro.com
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Lopes sedimenta
liderança no Vale do Paraíba com aquisição da LPS Foco
Com valor estimado em R$ 15 milhões, LPS Brasil compra 51% da LPS
Foco Consultoria Imobiliária, com sede em São José dos Campos
Detentora
das marcas Lopes, Pronto, Habitcasa e Patrimóvel, a LPS Brasil, maior
empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do
Brasil, adquiriu 51% da LPS Foco Consultoria de Imóveis S.A, empresa
com sede na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba,
interior paulista, por R$ 15 milhões.
Com a
aquisição, a LPS Brasil sedimenta a liderança do grupo no Vale do
Paraíba nos mercados primário e secundário.
Ainda
dentro do acordo de aquisição, a nova empresa passa a oferecer os
serviços da CrediPronto, joint venture do Itaú e Lopes especializada
em financiamentos imobiliários. Com a operação, a CrediPronto passa
também a ser a detentora exclusiva dos financiamentos da LPS Foco
Consultoria de Imóveis, ampliando sua plataforma de atuação no
mercado.
Com sua
estratégia agressiva de aquisições, desde seu IPO, feito em 2006, a
LPS Brasil já relaciona 22 marcas: Dirani; Actual; Sérgio Miranda;
Capucci&Bauer; Royal; Immobilis; VNC; Self; Plus; Maber; Patrimóvel;
Local; Ducati; Thá; Erwin Maack; AçãoDall'Oca; Condessa; Brisa,
Itaplan, Imóvel A e Eduardo Imóveis.|
www.lopes.com.br
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Edifício Porto Gellagio
apresenta arquitetura inovadora
Do material que repele
a poeira à automação nos apartamentos, a tecnologia empregada na
construção de edifícios se mostra cada vez mais aperfeiçoada. No
bairro Juvevê, em Curitiba, o
empreendimento
Porto Bellagio, da Construtora Hugo Peretti, com entrega prevista
para 2012, ilustra de várias maneiras o emprego da alta tecnologia.
Trata-se de um condomínio residencial, cujo planejamento se destaca
em virtude das inovações em arquitetura e da funcionalidade. O volume
elíptico cria um inusitado desenho, quebrando a rigidez das linhas
retas do entorno e possibilitando melhor ventilação entre as duas
torres do empreendimento.
A fachada
foi projetada com a tecnologia do Alucobond - chapas metálicas
compostas por duas folhas de alumínio e um núcleo maciço de
polietileno de baixa densidade. O material tem propriedade
anti-pichação, antirriscos, repele a poeira e é resistente às
intempéries. Ainda na fachada, a utilização de vidros “structural
glazing” em toda a parte frontal do prédio atingirá também parte do
living privativo e os elevadores panorâmicos – um dos pontos altos do
projeto – e garantirá boa resistência ao impacto de objetos, baixa
transmissão de temperatura e excelente reflexão dos raios
infravermelhos. Tudo isso sem comprometer a relativa transparência
que todo vidro deve ter, garantindo ainda uma redução nos índices de
reflexão de raios geradores de calor.|
www.hugoperetti.com
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Construção civil em
Blumenau dá salto em 30 anos
Um
consumidor muito mais exigente, em busca de conforto, praticidade e
custo baixo, tanto na aquisição quanto na manutenção. É assim o
público que investe na compra de imóveis residenciais no Vale do
Itajaí. O foco da Construtora Frechal é justamente atender a esta
parcela da população que deseja, no primeiro imóvel, conforto,
diferenciais e valores adequados a distintos orçamentos. Em três
décadas, a empresa entregou 3,4 mil unidades e a cada apartamento
busca evoluir na relação cliente e construtora, o que garante a
posição de destaque no mercado.
A Frechal
se adaptou aos conceitos que satisfazem os compradores atuais.
Através do conceito condomínio-clube, por exemplo, as obras Frechal
oferecem moradia com ampla área de lazer e flexíveis taxas. “As
pessoas buscam imóveis em tamanhos compatíveis com o tempo que
estarão em casa, ou seja, com a vida exigindo sobrecarga no trabalho
a casa deve ser projetada para receber com funcionalidade sem se
esquecer da praticidade na limpeza”, comenta a responsável pelo
Marketing da Frechal, Roberta Silveira. Ela diz ainda que com esse
foco, surgiram os espaços de lazer completos. Salão de festa com
espaço gourmet, brinquedoteca, quadra de esportes, piscina,
playground e academia já são itens de projetos para empreendimentos
de menor custo.
Para
marcar os 30 anos, a Frechal entregará ao longo de 2012 mais 405
unidades em dois empreendimentos: Bosque Cristalli e Cielo. Além de
lançar empreendimentos em locais estratégicos e uma nova central de
vendas que contará com apartamentos decorados – a Central de
Decorados – na Rua Engenheiro Paul Werner. Outras ações serão
planejadas para os próximos meses e anunciadas dentro do calendário
festivo da construtora.|
www2.frechalnet.com.br
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Spazio Acqua da Cosil:
alto desempenho avaliado pelo Grupo Santander
A Cosil,
construtora sergipana com ramificações em Recife e São Paulo, acaba
de receber a terceira visita do Grupo Santander ao canteiro de obras
do Spazio Acqua Condomínio Clube. Localizado em Aracaju, é
reconhecido no mercado de construção civil como um dos sucessos no
quesito sustentabilidade.
O
empreendimento dá continuidade ao excelente desempenho, obtendo
pontuação de 78,91% e mantendo o posicionamento do Santander Obra
Sustentável, programa de engajamento do banco junto a seus clientes.
A partir
da consultoria da Sustentax foi formalizado o guia “Procedimentos
Sustentáveis”, que engloba ações a serem aplicadas em todos os
canteiros de obras, instruindo quanto à diminuição do impacto
ambiental da construção, por meio da atuação na erosão e
sedimentação, uso da água, gerenciamento de resíduos, materiais,
madeira certificada e plano para administrar a qualidade do ar. “Para
validar a conformidade desse controle, são realizadas auditorias
internas periódicas”, diz Alberto Cruz, auditor técnico de qualidade
da construtora.
Os
seguintes itens de sustentabilidade também estão presentes no
empreendimento: torneiras com temporizador e bacias com sistema de
duplo acionamento nos banheiros e áreas comuns, medição
individualizada de água e previsão da tecnologia também para gás,
sensores de presença nos ambientes, espaço para coleta seletiva,
portas e batentes com madeira certificada, tintas com baixo índice de
VOC’s (Volatile Organic Compounds) e distribuição de circuitos de
iluminação.
“A análise
comprova que a desenvoltura do empreendimento é crescente. Desde o
início, essa foi a melhor avaliação, superando inclusive a primeira
auditoria”, explica Alberto.
O
relatório foi desenvolvido para avaliar informações pertinentes às
políticas adotadas e práticas de gestão ambiental das empresas que
fazem parte do programa Obra Sustentável. O objetivo do Grupo
Santander é fomentar e disseminar conceitos de sustentabilidade e
boas práticas no setor da construção civil. “Parabenizamos toda a
equipe da obra, que não mediu esforços para manter o reconhecimento
do Santander”, pontua Alberto.|
www.cosil.com.br
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Estudo de macrodrenagem
pode minimizar danos de enchentes
Como o planejamento e a adoção de soluções complementares podem
mitigar os prejuízos causados pelas cheias em grandes centros urbanos
Basta começar a estação das chuvas para o assunto enchente tomar
conta dos noticiários – e junto com ele todos os problemas
decorrentes das cheias. Mas como minimizar os efeitos negativos dos
alagamentos nas grandes cidades? De acordo com o engenheiro civil
Wagner Delano Hawthorne, coordenador de projetos e especialista em
drenagem da Geasanevita, o problema precisa ser olhado de vários
ângulos, além de muitos esforços conjuntos, para ser resolvido – ou,
ao menos, mitigado.
Para
começar, o especialista indica um criterioso estudo de macrodrenagem
para avaliar o problema
e
traçar um plano de ações. Este trabalho é bem abrangente e envolve a
análise minuciosa de rios, bacias, canais e escoamento do local a ser
pesquisado.
A
macrodrenagem é, de fato, um estudo hidrológico e hidráulico para
determinar as vazões de enchentes e o dimensionamento das estruturas
de desague ou amortecimento dos picos das cheias. A falta de um
estudo deste tipo pode ocasionar enchentes e a permanência de áreas
alagadas. “O trabalho faz uma análise mais abrangente da bacia
hidrográfica e propõe medidas para minimizar ou mitigar os danos das
enchentes com obras estruturais e outros projetos”, explica
Hawthorne.
Segundo o
especialista da Geasanevita, a partir deste estudo é possível saber
quais as reais necessidades de cada área para minimizar os efeitos
das enchentes e, então, traçar os projetos e planejar os
investimentos.
Hawthorne
explica que, em um terreno natural, a absorção da água de chuva chega
a 80%, ou seja, grande parte do volume infiltra no solo. Mas em
lugares que cresceram desordenadamente, sem áreas verdes e
planejamento, há apenas 20% de infiltração. O restante escoa para
pontos críticos e, se não tiver mecanismos para transportar esta água
para o caminho natural que faria antes, as enchentes são praticamente
certas.
O
engenheiro comenta que piscinões podem colaborar para diminuir o
problema, mas não é possível adotá-los como solução única. “Os
piscinões amenizam um pouco o pico de uma cheia. Eles armazenam o
escoamento por um tempo e vai liberando-o mais lentamente. No
entanto, o problema exige vários agentes para ser resolvido, tais
como: controle da ocupação do solo e do escoamento do lote de área de
várzea para rios, aumento e preservação de áreas, políticas públicas
de alerta de populações em áreas de risco e planos de evacuação deste
pessoal e, por fim, uma ação mais consciente em não jogar lixo nas
ruas”, comenta.|
www.geasanevita.com.br
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Beiramar Imóveis lança
Vega – Luxury Design Office
De olho no mercado de
luxo brasiliense, a Beiramar Imóveis lança o Vega – Luxury Design
Office, complexo seis estrelas mais exclusivo da capital federal,
localizado na SCN Quadra 01, da Asa Norte.
“O
Vega é um empreendimento comercial único, diferenciado, que traz o
melhor em localização e design”, destaca Pedro Fernandes,
vice-presidente da Beiramar Imóveis.
Com área
de 5300m², o prédio possui uma torre única com 63 unidades de lojas e
salas. “São oito andares, sendo três subsolos, térreo, primeiro e
segundo pavimentos, cobertura com área comum e sky lounges”, explica
Pedro. O Vega possui 20 lojas duplex no térreo, 42 salas corporativas
e 02 sky lounges privativos na cobertura para restaurante e lazer. “A
área privativa também foi pensada para atender ao máximo nossos
clientes e possui lojas de 38m² a 167m² com depósito, salas
comerciais de 52m² a 89m² e salas de eventos de 500m² e 600m²”,
acrescenta o vice-presidente da Beiramar Imóveis.
A
comodidade continua na garagem. São duas vagas para salas privativas,
três vagas para lojas duplex e quatro vagas para sky lounges com
possibilidade de compra de vagas extras.
O Vega
conta ainda seis elevadores, lobby, auditório, foyer, salas de
reuniões, segurança, conforto e diversos serviços. Memorial de
Incorporação: 284.329, no 2º Oficio de Registro de Imóveis do DF.
Serviço:
Vega - Luxury Desing Office / Localização: SCN QUADRA 01 - Asa Norte
– Brasília DF / Informações: Beiramar Imóveis|
www.beiramarimoveis.com.br
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O novo perfil do
mercado imobiliário
Claudio Bernardes / Durante anos, o sonho da casa própria só
se realizava para poucos. Uma minoria privilegiada, que não dependia
de financiamento ou, com renda elevada e apta a enfrentar rigorosa
seleção, conseguia acessar as escassas linhas de crédito. Por duas
décadas, imóvel residencial foi artigo de luxo, inalcançável pela
classe média brasileira e, menos ainda, pelas famílias de menor poder
aquisitivo, onde, aliás, está concentrada a maior parte do déficit
habitacional.
De 2004 para cá, com a mudança radical proporcionada pelo novo marco
regulatório do crédito imobiliário, esse cenário começou a mudar. O
financiamento voltou com força total, com prazo e taxa de juros
condizentes com o bolso dos compradores.
E, em
2010, o programa Minha Casa, Minha Vida, abriu a porta da esperança
para todos os brasileiros que almejavam a moradia digna, inclusive
famílias de zero a três salários mínimos.
O conjunto desses fatores revolucionou o setor imobiliário. As
empresas se depararam com a chance de trabalhar para distintas faixas
de renda e, naturalmente, tiveram de se organizar para atuar num
mercado, agora e finalmente, para todos.
Esse
processo se fez acompanhar de certa euforia. Tanto que, em 2010, o
segmento de imóveis residenciais registrou números fora da curva, uma
espécie de hiperaquecimento que não se sustentou em 2011, haja vista
que, como as demais atividades produtivas do país, também o segmento
imobiliário refletiu a desaceleração da economia, evidenciada na
significativa queda do Produto Interno Bruto.
Todavia, um fato
é extremamente positivo: a produção imobiliária está cada vez mais
dirigida aos chamados imóveis econômicos, com preços possíveis às
classes de menor renda, financiados em até 30 anos.
O balanço
anual do mercado de imóveis, realizado com base na Pesquisa Secovi,
mostra claramente esse comportamento. A maioria dos lançamentos e das
vendas ocorreu no segmento de unidades de dois dormitórios e em
regiões diferentes daquelas que tradicionalmente predominavam.
É a máxima
de ir onde a demanda está, o que seria totalmente saudável se, em
alguns casos, esse movimento não tivesse motivos outros, como a
carência de terrenos em regiões mais centrais (os poucos disponíveis
têm preços proibitivos), ocasionada por legislação inadequada e mesmo
o uso insuficiente de instrumentos como outorga onerosa e operações
urbanas. E se tivéssemos modelos de ocupação urbana mais racionais,
ou mesmo novos polos autossustentáveis, com trabalho, emprego,
cultura e lazer centralizados, resolveríamos problemas graves, como o
da falta de mobilidade resultante do trânsito caótico.
Mas,
apesar de todos esses obstáculos, o mercado adquiriu novo perfil e se
voltou fortemente para o segmento econômico, acompanhando o
crescimento da classe C que, em âmbito nacional, terá 113 milhões de
pessoas em 2014, e da classe E, nova emergente, que somará 40 milhões
de brasileiros no mesmo período (quando haverá apenas 16 milhões de
cidadãos ocupando a classe E).
Para se ter uma
ideia, no ano passado, os lançamentos de unidades de 2 dormitórios
predominaram em todas as zonas da capital paulista, e somaram 13,3
mil do total de 28,4 mil residências vendidas. Os vencedores da
última edição do Top Imobiliário, prêmio do jornal O Estado de S.
Paulo conferido com base em ranking da Embraesp (Empresa Brasileira
de Estudos de Patrimônio) e com apoio do Secovi-SP, reafirmam o que
revelou o balanço feito pelo Sindicato.
Os
lançamentos realizados pelas empresas premiadas se concentraram nas
unidades de dois quartos, e houve grande destaque para os
apartamentos de um dormitório, que registraram crescimento de 54% no
total de unidades.
Tais fatos
mostram não só a desenvoltura e o profissionalismo do mercado, mas
sua grande importância e fundamental contribuição ao desenvolvimento
habitacional do País, justamente nas faixas de renda onde é maior a
necessidade de produção.
Este mercado, maduro e consciente, demonstra que o Brasil não pode
prescindir de sua atuação firme e permanente na direção do
atendimento à forte demanda por habitação que existe em âmbito
nacional.
É claro
que pensar num mercado para todos significa não deixar de lado nenhum
nicho. O segmento de três quartos permanece forte, enquanto que o de
quatro dormitórios, embora proporcionalmente muito menor, tem
compradores que merecem ser atendidos.
A grande
questão é tornar possível que o setor imobiliário possa efetivamente
atuar na faixa de zero a três salários mínimos, também nas regiões
metropolitanas. Isso implica ter o programa Minha Casa, Minha Vida
funcionando a pleno e com valores que permitam sua aplicação nos
grandes centros urbanos. Ainda, que as leis de uso e ocupação do solo
das metrópoles possibilitem um adensamento inteligente e sustentável.
Assim teremos um mercado imobiliário para todos, e cidades para
todos.
Claudio
Bernardes
é presidente
do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, e da Ingaí S/A|
www.secovi.com.br
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Construção Verde:
demandas e oportunidades para o Brasil
José
Octávio Armani Paschoal/ A história tem mostrado que a
estrada da inovação tecnológica é cheia de obstáculos. E inovar com
sustentabilidade parece ser o desafio do presente século. Essa
jornada também é complexa e cheia de idas e vindas.
Não é da
noite para o dia que uma sociedade conseguirá migrar das tecnologias
antigas para as consideradas inovadoras e sustentáveis. Mas as portas
estão abertas e empresas já olham para o mercado das tecnologias
verdes com bons olhos. Os consumidores também estão sensíveis e
atentos à procura de produtos e serviços que causem menos impactos
negativos ao meio ambiente, à sociedade e à economia.
Um setor
chave na busca pela sustentabilidade é o da Construção Civil,
responsável pelo consumo de muitos recursos naturais do planeta,
desde a extração de matéria-prima até o fim da vida útil. Por outro
lado, enquanto a fase de construção dura no máximo dois anos, o uso
pode facilmente passar dos 50 ou 100 anos.
A história
de um edifício, seja ele comercial ou residencial, vai muito além de
sua construção. Durante todo o tempo de vida útil do edifício, ele
irá consumir recursos naturais, como água e energia e gerar resíduos
dos mais variados. Assim, ao contrário do senso comum em relação às
edificações, a fase de uso também pode impactar tanto quanto a fase
de construção.
Muitas
cidades brasileiras vivem atualmente um período de boom imobiliário.
Novos condomínios residenciais e comerciais, com prédios inovadores e
conceitos modernos. Entretanto, a idade média das construções numa
cidade como São Paulo ainda é de aproximadamente 25 anos. Adequar as
edificações construtivas de forma a incorporar as variáveis
ambientais representa um enorme desafio, no qual o setor da
construção civil, em diferentes caminhos, é tanto um nicho ideal para
a inovação científica, quanto um poderoso driver econômico para a
inovação. Exemplos de inovação nesta área, em virtude da crescente
preocupação ambiental com o panorama atual de escassez de recursos e
degradação, incluem a criação de materiais construtivos com maior
durabilidade e resis tência, de revestimento de superfície
direcionado à redução das perdas por calor (Basf e Chiba), entre
outros inúmeros exemplos ao redor do mundo.
No mercado
das construções verdes são claros dois cenários: prédios que já
nascem com soluções sustentáveis, sejam eles destinados à moradia,
trabalho ou lazer; e prédios antigos com chances de serem repaginados
e ganharem alternativas mais sustentáveis.
Reabilitar
edifícios com o objetivo de torná-los sustentáveis é mais complicado
do que uma construção nova já planejada com este conceito. Porém, a
inovação não está necessariamente limitada à criação de novos
materiais de construção, mas também à forma como estes são
utilizados. Iniciativas de uma empresa alemã do setor (Passivihaus)
inovou aplicando princípios de design que permitem o uso da energia
solar e o vidro para reduzir a demanda da eletricidade necessária
para o conforto térmico e iluminação.
Foi
analisando este cenário que a Damha Urbanizadora projetou e criou o
Parque Eco Tecnológico Damha, um exemplo de empreendimento que alia
inovação e sustentabilidade no pólo tecnológico de São Carlos, cidade
de porte médio (225 mil habitantes) e situada a 230 km da capital
paulista.
O Parque
Eco Tecnológico, o primeiro de terceira geração do país e cuja gestão
é feita pelo Instituto Inova, veio criar, ampliar e aprimorar
oportunidades de investimento e negócios envolvendo novas
tecnologias, estimulando a sinergia entre universidades, institutos
de pesquisa e empresas no município, já reconhecido
internacionalmente como referência em ciência, tecnologia e inovação.
O empreendimento da Damha Urbanizadora, empresa do Grupo
Encalso-Damha, integra o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos.
E não é
por acaso que o Parque tem no nome o conceito “Eco”. O empreendimento
possui diferenciais em relação aos demais parques tecnológicos
existentes no Brasil, principalmente por incorporar as questões de
sustentabilidade aos projetos das edificações industriais, de modo a
minimizar os impactos e colaborar com a preservação do meio ambiente
no qual ele está inserido.
O Parque
Eco Tecnológico vai priorizar empresas que fazem uso do
desenvolvimento de pesquisas, de apoio, de serviços e produção, que
se enquadrem nas categorias sem risco ambiental, ou empresas de risco
ambiental leve, de baixo grau de nocividade e médio grau de
incomodidade, conforme definido na Lei 5.597/87 do Estado de São
Paulo e demais disposições legais. Nele, estão se instalando empresas
voltadas a transformar conhecimento em produto, em especial àquelas
ligadas à criação de tecnologias da informação, da comunicação,
formas e processamento de energia, biotecnologia, eletrônica,
instrumentação, serviços, meio ambiente e agronegócios entre outras.
Neste
cenário, o Parque Eco tecnológico Damha traz uma nova abordagem para
o setor da construção verde que é a criação de um ambiente específico
para as empresas que inovam também no que refere ao compromisso
ambiental. Edificações como a de um parque tecnológico que promove e
permite o desenvolvimento econômico aliado ao compromisso ambiental
também pode representar um caminho promissor para a construção verde
e de estímulo à inovação de diferentes setores no país.
O exemplo
do Parque em São Carlos é, sobretudo, também uma referência que pode
ajudar a nortear outros projetos de construção verde pelo país. Esta
é uma oportunidade interessante para o Brasil.
José
Octávio Armani Paschoal
é presidente do Instituto Inova, gestor do Parque Eco Tecnológico
Damha|
www.institutoinova.org.br
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Centro valorizado com
privacidade de casa e a estrutura de clube
Apostando no centro de Londrina, a Graúna construções negocia as
últimas unidades do Splendor Centro com entrega para 2012 e prepara
novos empreendimentos na região
A Graúna Construções aposta no potencial da área central de
Londrina e se prepara para novos empreendimentos na região do antigo
“Colossinho” em uma área destacada de 14 mil metros quadrados. Na
região, a construtora comercializa as últimas unidades do Splendor
Centro, com previsão de entrega ainda em 2012. Além disso, a
construtora promete revitalizar todo o quarteirão valorizando o
centro, na região das ruas Santos, Paranaguá e Quintino. O show room
do Splendor está na Rua Quintino Bocaiúva, nº 768, Londrina, PR.
O Splendor
Centro foi um dos primeiros empreendimentos londrienses na área
central e é considerado no mercado uma das maiores área de lazer no
estilo clube no centro de Londrina. Com base em pesquisa, a
construtora Graúna detectou que 54% dos entrevistados preferem morar
no centro de Londrina e que também 55% deles escolheriam um imóvel
com área de lazer completa no centro, ou seja, o futuro comprador
quer facilidade de acesso a bancos, a escolas, a faculdades, ao
transporte coletivo e principalmente ao trabalho, além de qualidade
de moradia.
Dados da
ACIL (2006 - Associação Comercial e Industrial de Londrina) trazem
que a área central de Londrina concentra 11.600 estabelecimentos
comerciais e de prestação de serviços o que representa boa parte
destas atividades e a realidade nos últimos seis anos não mudou
muito.
O Splendor
tem152 apartamentos, divididos em duas torres de 19 andares, em uma
área total de 22 mil metros quadrados. O projeto segue a tendência de
mercado de condomínios verticais, com ampla área de lazer em três mil
e 500 metros quadrados, chamados de “condomínios resorts”. As plantas
dos apartamentos são Moduflex, com quatro tipos de opções.
“Apostamos
muito na qualidade de nossos produtos e os desenvolvemos esperando
atender e satisfazer o máximo possível a ambição de moradia do
cliente. Para isso, alguns pontos são muito importantes, entre eles a
localização do empreendimento.”, diz Rodolfo Kouri, diretor comercial
da Graúna Construções.|
www.graunaconstrucoes.com.br
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Brookfield
Incorporações constrói seu primeiro barracão ecológico no Rio
A
Brookfield Incorporações, uma das maiores incorporadoras do Brasil,
acaba de construir seu primeiro barracão ecológico no Rio de Janeiro.
A iniciativa, ainda pouco comum no mercado imobiliário, é mais um
esforço da empresa em estimular na sua operação o consumo consciente
dos recursos naturais.

O local
escolhido foi a obra do empreendimento Brookfield Place, na Barra da
Tijuca. À primeira vista, o barracão pode parecer como outro
qualquer, mas alguns itens ali destacam a razão pela qual ele é
diferente. A começar pela decisão de montar um barracão que fosse
utilizado durante a construção das primeiras fases do empreendimento.
“Nossa maior motivação foi experimentar recursos alternativos que
pudessem ser replicados em outros canteiros. Assim podemos manter os
parâmetros de sustentabilidade da empresa e gerar economia ”, afirma
o engenheiro e diretor de obras, Carlos Éden.
Além de
espaço para bicicletário dos operários e a utilização de lâmpadas
fluorescentes e compactas, o espaço tira partido de placas de energia
solar para o aquecimento da água de alguns chuveiros do banheiro dos
operários. No escritório, refeitório, almoxarifado, sanitários e
vestiários, as telhas utilizadas nas dependências são de fibra
vegetal que não retêm o calor e telhas translúcidas que iluminam
naturalmente o ambiente.
Entre as
iniciativas adotadas na concepção do barracão ecológico estão ainda o
acionamento automático dos chuveiros e válvulas dos mictórios, para
controle de fluxo de água, e ainda o reaproveitamento da água
proveniente dos lavatórios, chuveiros e da até mesmo da chuva, por
meio de calhas de captação de água pluvial para uso nos vasos
sanitários. “No total, estima-se uma economia de 20 % a 30 % do
consumo de energia elétrica e água potável da área de vivência da
obra”, afirma Éden. A expectativa é que o modelo se repita em outros
barracões Brasil afora.
A
iniciativa reflete o esforço da Brookfield para causar o mínimo de
impacto possível. Nesse sentido, a empresa também desenvolve projetos
através do Instituto Brookfield - organização sem fins lucrativos
mantida pela Brookfield. Em seu escopo de atuação estão iniciativas
ligadas à conservação ambiental, inclusão social e o desenvolvimento
sustentável nas regiões onde a empresa está presente.|
www.br.brookfield.com
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Construtora Tarjab
inicia vendas de empreendimento em Curitiba, desta vez no Portão
Empreendimento terá 114 unidades de dois quartos, duas opções de
planta, distribuídas em mais de 2.000 m2 de terreno
A Construtora Tarjab, empresa com mais de 28 anos de história,
iniciou as vendas do seu terceiro empreendimento em Curitiba, o “Next
Home”. Depois das experiências de sucesso com o “The F1rst” (100% das
unidades vendidas antes da entrega, em fevereiro de 2010) e “Magno
Água Verde” (96% das unidades vendidas, com previsão de entrega para
outubro de 2011), a empresa tem confiança de repetir o mesmo
desempenho com o “Next Home”.
O
empreendimento tem como pontos fortes a localização (em até seis
minutos chega-se a: Big
Portão,
Clube Literário, Terminal do Portão, Sesc Portão, Colégio Papa João
XXIII, Curitiba Master Hall e Shoppings Total e Palladium), além de
fácil acesso a transporte público e vias de acesso a toda cidade - e
os itens característicos da marca Tarjab, como acabamento
diferenciado, alto nível de personalização e prestação de serviços.
Serão 114 unidades de dois quartos, em diversas configurações de
planta.
Alguns dos
acabamentos oferecidos pelo “Next Home” são novidades para
empreendimentos de dois quartos em Curitiba, como persianas de
enrolar (com vedação total da luz externa), infra-estrutura para
medição individual de água e gás, além do ponto de água quente na
cozinha. As áreas comuns têm lounges externos e com lareira à gás,
salão de festas com churrasqueira, piscina, sala de ginástica, salão
de jogos, brinquedoteca e áreas de churrasqueira. O Projeto ainda
prevê uma galeria comercial.
Para
Wilton Ishikami, gerente comercial da Tarjab, o mercado imobiliário
da capital paranaense ainda apresenta uma boa demanda para
empreendimentos de dois dormitórios. “A grande procura se dá por
aqueles que procuram o primeiro apartamento próprio, como jovens
casais e solteiros, além de famílias menores. Nos últimos meses,
empresas que têm apostado neste público têm mantido as vendas em
alta”, analisa o executivo. “No caso do ´Next Home´, a localização é
um grande diferencial. Está em uma área central da capital, numa
região com ampla gama de comércio e serviços. Sem contar que o bairro
do Portão está na rota do novo metrô de Curitiba”, completa.
Ficha Técnica Next
Home - Av.
República Argentina, 2.524, Portão, Curitiba, PR / Construção e
incorporação: Construtora Tarjab Ltda / Arquitetura: Luiz Alberto
Borges de Macedo / Paisagismo: Martha Gavião / Áreas Comuns:
Entregues equipadas e decoradas / Torres: 2 / Unidades por andar:
Torre A – 6 por andar / Torre B – 7 por andar / Total de Unidades:
114 apartamentos + 6 lojas / Dormitórios: 2 dormitórios (1 Suíte) /
Vagas por unidade: 1 ou 2 vagas|
www.tarjab.com.br
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O novo patamar do
mercado imobiliário
Claudio Bernardes
/ O mercado imobiliário caminha para o patamar do desenvolvimento
sustentado. Vários são os indícios do processo, alicerçados em
pesquisas mensalmente realizadas pelo Secovi-SP, que acompanham o
desempenho da área em termos de volume de vendas e de lançamentos,
com base em dados da Embraesp, e na observação da linha histórica do
segmento.
Para que se possa avaliar o comportamento do mercado, é preciso
considerar um período de tempo maior. Imóvel não é produto similar
aos de uma linha de produção industrial. Entre a concepção e a
entrega final das unidades de um empreendimento, são consumidos três
ou mais anos. Assim, ignorar essa especificidade pode resultar em
interpretações equivocadas. A análise isolada do número de unidades
vendidas, ou como foram vendidas e a que preço, sem considerar o
conjunto das operações, pode não conduzir à correta avaliação. É a
apreciação global dos indicadores disponíveis que revela um setor e
sua evolução, principalmente se esse segmento tem elevado ciclo
operacional.
À luz dessa premissa, cabe olhar o passado recente de nossas
atividades. Os anos 80 e 90 são considerados décadas perdidas para a
indústria imobiliária brasileira. Excetuando-se os programas
habitacionais no final do governo Figueiredo, pouco aconteceu de
substancial na produção de moradias do País. Nesse período, o
problema do setor e da sociedade teve um denominador comum: a falta
de financiamentos.
A situação começou a mudar somente a partir de 2002, quando medida do
Banco Central provocou a volta de recursos para o crédito
imobiliário. Era o então chamado Fundo de Compensação de Variações
Salariais (FCVS) virtual, um dinheiro que deveria ter sido destinado
à habitação, e não o foi. Mas a grande mudança passa a acontecer de
fato em 2004, com marco regulatório que veio garantir segurança aos
agentes financeiros, às empresas e aos compradores de imóveis no
Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Desde então, o mercado imobiliário vem experimentando um notável
crescimento, relacionado ao aumento do poder aquisitivo e à volta dos
financiamentos, com prazo e taxa de juros compatíveis com o bolso do
comprador.
Em 2004, os empréstimos realizados com recursos da caderneta de
poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)
somaram R$ 3 bilhões, em âmbito nacional, correspondentes a 54 mil
unidades. De lá para cá, o incremento foi excepcional. Chegamos em
2011 com R$ 80 bilhões em financiamentos (um recorde histórico),
equivalentes a 493 mil habitações, e a previsão para este ano é de
quase R$ 104 bilhões.
Essa curva ascendente teve um pico em 2010, que foi um ano
incomparável. E houve uma razão concreta: o Produto Interno Bruto
registrou taxa de 7,6%.
Dinamismo econômico, renda maior, confiança no futuro, forte demanda
por imóveis, financiamento abundante e produção condizente foram os
ingredientes da receita do surpreendente sucesso do setor.
E haveria tudo para essa receita continuar funcionando em 2011 não
fosse uma nova crise abalar a economia mundial. O Brasil não ficou
imune à desaceleração internacional, como comprova o aumento de
apenas 2,7% do PIB.
O mercado imobiliário na capital paulista, que por ser o maior do
País é também o mais sensível, sofreu com a diminuição de três
ingredientes na mencionada receita: a economia arrefeceu, a confiança
diminuiu e a demanda se retraiu um pouco. Tal fato repercutiu no
desempenho do setor, que passou a fazer o necessário ajuste para que
reencontrar o ponto de equilíbrio ideal, agora com vistas a um
crescimento sustentado.
Embora a comercialização no ano passado tenha superado os níveis
históricos médios, até mesmo com Valor Geral de Vendas (VGV)
ligeiramente maior, o mercado teve desempenho menor se comparado
unicamente aos elevados números de 2010.
Isso não significa uma desativação preocupante, como alguns insistem
em afirmar. Na verdade, o setor está se ajustando às novas condições.
Afinal, a grande função social do mercado imobiliário é equilibrar
oferta e demanda, para que se consiga a estabilidade de preços
Essa é a ciência dos negócios imobiliários. Uma ciência esquecida
pela euforia que envolveu a todos, graças a um cenário econômico
exuberante, vis-à-vis à realidade de outros países, e que agora se
assenta em seu devido lugar.
Desse modo, sem entusiasmo exagerado, mas com objetividade, é de se
esperar que o mercado de imóveis continue a apresentar bons
resultados em 2012 e nos próximos anos. Inclusive, cada vez mais bem
distribuído no atendimento a diferentes faixas de renda familiar.
Até 2022, será necessário produzir 23 milhões de novas moradias no
País, de cerca de 1,9 milhão de habitações por ano. Isso implica
trabalhar muito para que programas governamentais, como o Minha Casa,
Minha Vida, funcionem para todos, inclusive nas metrópoles. Implica,
ainda, propor e defender a adoção de novos modelos de ocupação
urbana, sem os quais é impossível viabilizar os empreendimentos e,
por consequência, equilibrar oferta e demanda. Esses são os novos
desafios de nosso setor.
Claudio Bernardes
é
presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, e da Ingaí S/A|
www.secovi.com.br
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MZM Construtora anuncia
construção de hotel em Diadema
Além do hotel, empreendimento mixed-use contará com prédio comercial
e torre residencial, dentro dos padrões condomínio clube
A MZM Construtora construirá o primeiro hotel de Diadema. O
empreendimento faz parte de complexo arquitetônico composto por, além
do hotel, uma torre comercial e mais três prédios residenciais que
terão o conceito de um condomínio clube. Com espaço para eventos e
convenções, o hotel atuará no segmento midscale, dirigido ao público
de negócios. O projeto mixed-use ocupará terreno com 10.800 mil
metros quadrados e prevê ainda a construção de um strip-mall com área
projetada para lojas, restaurantes, padaria e bancos. O mall
realizará a integração de acessos ao hotel e a torre comercial.
Tendência
no mercado imobiliário, os empreendimentos mixed-use reúnem
apartamentos, salas comerciais, hotéis, flats e centro comercial como
forma de oferecer maior qualidade de vida aos moradores, que não
precisarão fazer trajetos longos cada vez mais demorados dentro das
cidades.
Em São
Paulo, existem apenas sete construções deste padrão. No Grande ABC,
os empreendimentos mixed-use ainda são incipientes. Além deste novo
empreendimento da MZM Construtora, o Espaço Cerâmica, em São Caetano
do Sul, é, atualmente, o único da região que segue o conceito. “Além
de oferecer mais conforto ao morador, esses empreendimentos ajudam a
movimentar a economia da cidade, fazendo com que o comércio local
invista em melhorias para ganhar maior competitividade e
valorização”, afirma Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM
Construtora.
“A
inauguração do trecho sul do Rodoanel, novas oportunidades de negócio
na região e a modificação da imagem da cidade são questões que
tornaram o município bastante atrativo para a construção civil. Até o
final de 2011 a MZM já tinha realizado seis empreendimentos na
cidade, e até o final de 2012 deverão ser realizados mais cinco,
totalizando 11 empreendimentos em Diadema, entre torres residenciais,
prédios comerciais e bancários e supermercados, contabilizando cerca
de R$ 300 milhões em investimentos no município de Diadema,” conta o
executivo.
Localizado
entre as ruas Sete de Setembro e Amélia Eugênia, o empreendimento
ocupará uma área próxima à prefeitura, ao Fórum e ao centro de
Diadema, e visa atender as demandas geradas por turismo de negócios e
profissionais liberais presentes na região. “O hotel será um marco
importante para a cidade, sendo também o primeiro espaço para
convenções e eventos de Diadema. Estaremos preparados para receber os
turistas, que em sua maioria vem ao município a trabalho. Além disso,
iremos gerar mais emprego e renda”, afirma Mário Reali, prefeito de
Diadema.|
www.mzm.com.br
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Crescimento imobiliário
no nordeste exige maior profissionalismo
A Akamines Negócios Imobiliários, que já atua na região, abre novo
serviço para treinar construtoras e empresas no ramo imobiliário
Com a crise americana de 2008, o Brasil se tornou alvo de
investimentos de construtoras brasileiras e estrangeiras. Por isso, o
mercado imobiliário brasileiro se mantém num momento bastante
positivo, tanto para investidores como para compradores. O acesso ao
crédito têm tornado a compra de um novo imóvel mais acessível para
consumidores com rendas variadas.
As
previsões para o Nordeste são otimistas, pois se destacará no mercado
imobiliário fora do eixo Rio-São Paulo, nos próximos anos. Segundo o
IBGE no primeiro trimestre de 2010, a Bahia ficou em terceiro lugar
entre os líderes do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)
nordestino com 6,4%, ficando atrás apenas de Ceará e Pernambuco,
ambos com 8,4%. A renda salarial das famílias da região nordestina
tem aumentado no mesmo ritmo, por causa das novas oportunidades de
emprego em diferentes setores. As construtoras e incorporadoras estão
investindo em programas populares de casa própria e também em
construções de padrões médio e alto.
De olho
neste mercado, a Akamines Negócios Imobiliários Ltda, empresa cujo
objeto é facilitar todo o trâmite burocrático na área imobiliária, e
que já atua no nordeste, inicia novo serviço na região, com
treinamento para construtoras e empresas do ramo imobiliário. “O
curso será feito em formato de palestra, com apresentação de slides e
material didático, faremos um apanhado geral sobre o crédito
imobiliário: historia, origem dos recursos, tipos de financiamento,
informações dos produtos oferecidos pelos Bancos, passo a passo do
processo de repasse. Se necessário, além do treinamento, poderemos
montar para as construtoras e empresas um fluxo de processo para
ajudá-los no dia a dia.”, conta Daniele Akamine, diretora da empresa
e advogada especializada no ramo imobiliário.
Segundo
ela, apesar do crescimento imobiliário no nordeste, a região ainda
possui poucos profissionais que atuam no ramo. “É importante que haja
uma profissionalização maior nos serviços na região principalmente
para deixá-los em sintonia, ou seja, ‘falando a mesma língua’ que São
Paulo, por exemplo, onde se concentram as centrais de crédito
imobiliário dos grandes bancos. O objetivo é dar conhecimento do que
seja o crédito imobiliário, como funcionam, regras dos produtos, o
que pode e o que não pode”, destaca a advogada.
Daniele
Akamine destaca também que é importante a empresa ter um fluxo de
processo para ganhar eficiência e maximizar resultados. “Com um fluxo
a empresa consegue manter o padrão, identificar as falhas, ganha
velocidade para corrigi-las, consegue medir a quantidade de mão de
obra necessária. Ganha eficácia no processo.”, finaliza.|
www.akamines.com.br
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Tecnologia,
Sustentabilidade e Personalização: Tripé é base para empreendimentos
da BKO
Cada vez
mais as construtoras buscam novas formas de aproximar os recursos
tecnológicos da sustentabilidade, proporcionando ainda mais conforto
a quem adquire seus empreendimentos. De acordo com essa tendência, a
Construtora e Incorporadora BKO, que atua há 25 anos no mercado, tem
inserido em seus projetos três pilares que melhoram a qualidade de
vida ao mesmo tempo em que cuidam do planeta: tecnologia,
sustentabilidade e personalização.
Tecnologia
– A aplicação de recursos tecnológicos nos apartamentos e nas áreas
comuns ampliam a segurança e também a comodidade dos moradores. Hoje,
é possível optar por leitura biométrica nas portas e nas áreas
comuns, permitindo o maior controle de acesso. A navegação na
internet, tão usual e necessária no dia a dia, também fica garantida
pela disponibilização do wi-fi em todos os ambientes e pela
instalação de telas touch screen que permitem a visualização de
informações como previsão do tempo, trânsito e serviços exclusivos do
condomínio.
Sustentabilidade
– Na busca pela maior preservação ambiental, os chamados prédios
verdes oferecem medidas na busca pelo não desperdício de água. Em
empreendimentos da BKO, é cada vez mais comum a instalação do sistema
de descargas Dual Flush, torneiras com fechamento automático e
reaproveitamento da água de chuva. Além disso, a economia de energia
também tem sido alvo dos projetos que aplicam iluminação de LED e
optam pela criação de janelas mais amplas, permitindo a maior entrada
de luz e ventilação natural.
E as
medidas sustentáveis também se estendem à garagem que, hoje, contam
com tomadas para recarga de carros e bicicletas elétricos, uma
tendência que deve crescer ainda mais nos próximos anos.
Personalização
– Ao optar pelo oferecimento de empreendimentos planta-livre, ou
seja, apartamentos que são entregues apenas com as paredes que
separam a cozinha e o banheiro, o proprietário consegue transformar o
espaço de acordo com suas principais necessidades.
Além de
oferecer o Meu Estilo BKO, um programa que facilita a personalização
do espaço e entrega o apartamento pronto para morar, é possível optar
pela instalação de sistema de automação de persianas, iluminação e
som.|
www.bko.com.br
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Scopel completa 45 anos
e cresce 18 vezes nas últimas duas décadas
A empresa já implantou empreendimentos em 106 municípios de 17
estados brasileiros, e há várias outras cidades em avaliação
Ao comemorar 45 anos a Scopel Desenvolvimento Urbano alcançou a
impressionante marca de 192 novos bairros residenciais implantados,
em cerca de 120 milhões de m² urbanizados. “Somados, esses
empreendimentos representaram mais de 74 mil terrenos comercializados
e entregues, em 106 municípios de 17 estados brasileiros”, informa o
diretor geral da Scopel Ciro Schmeil.
De 1990
até hoje, os negócios da empresa se multiplicaram por 18, com
expressivo destaque para os dois últimos anos. “A história recente da
Scopel foi marcada por um profundo processo de transformação e
inovações”, comenta Schmeil.
Novo estilo de vida
- Duas décadas após implantar o conceito de “edge cities”, ou cidades
à margem dos grandes centros, largamente utilizado nos Estados Unidos
e desenvolvido pela empresa no país com o apoio do escritório de
urbanismo Foster Conant, dos Estados Unidos, a Scopel reúne um grande
número de empreendimentos com esse conceito.
Anos
depois a empresa passou a realizar lançamentos com o foco no
crescimento organizado e sustentável. Nesse novo ciclo, a empresa
trouxe para o Brasil o arquiteto Keith Oropeza, da consultoria
E-Sciences Sustainable Landscape Architecture, com sede em Orlando,
Flórida – EUA.
Defensor
do princípio Smart Growth (Crescimento Inteligente), uma tendência do
chamado Novo Urbanismo, Oropeza prega a valorização de espaços para
as pessoas em detrimento do automóvel, aproximação da residência do
local de trabalho, preservação ambiental e aprimoramento dos
transportes de massa. Tendo o Smart Growth como essência, os novos
projetos da Scopel cada vez mais valorizam a qualidade de vida e a
sustentabilidade.
“O
conceito de bairro planejado é seguindo a risca em todos os nossos
projetos. Oferecer qualidade de vida, lazer, segurança e acesso a
comércios e serviços consolidou nossa marca nesses 45 anos como
referência em desenvolvimento urbano”, analisa Yannis Calapodopulos,
superintende comercial e de marketing da Scopel.
Expansão e
sustentabilidade
- A nova etapa da história de sucesso da empresa foi marcada pela
expansão de conceitos de sustentabilidade, dando a aspectos sociais e
ambientais a mesma importância do econômico. Em 2007 houve a
associação ao Carlyle Group, um dos maiores grupos de investimentos
do mundo, que se tornou controlador da empresa. À época a empresa já
havia lançado com sucesso mais de 50 empreendimentos em municípios
paulistas e urbanizado quase 100 milhões de m.
Outro
passo importante foi a associação ao braço brasileiro do Green
Building Council, ONG que promove a adoção de práticas de Green
Building da concepção à construção e operação de edificações e
espaços construídos. Uma vez consolidada como líder em projetos
urbanos no Estado de São Paulo, a Scopel estava efetivamente
preparada para o novo salto – o atendimento às necessidades de
moradia em outras regiões do país.
Sem deixar
de lado seu foco no crescimento em solo paulista, a empresa deu
andamento ao projeto de expansão nacional, pesquisando algumas
cidades médias brasileiras de maior crescimento na última década.
Hoje, a empresa está presente em mais de 17 estados brasileiros, além
de ter outros projetos em desenvolvimento.|
www.scopel.com.br
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principal
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