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 MAI 2012    

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De cima para baixo: prédio com sistema construtivo invertido reduz impacto ambiental

No sistema construtivo HAHNE aproximadamente 30 mil árvores já foram preservadas
   Um novo sistema construtivo trazido para Santa Catarina pela Construtora Hahne muda a concepção de tudo o que já se conhece de Construção Civil. Primeiro pela forma como a obra é executada: com os pilares fixados, as lajes começam a ser formadas do último andar, o mais alto, para o térreo. O sistema construtivo possibilita a otimização de materiais, menos custos e menor tempo. E por fim, o que pode ser ainda mais importante, a redução no impacto ambiental.

   A preocupação com o sustentável começa no projeto. Com departamento de projetos próprio, a Hahne faz os cálculos e o desenvolvimento pensando em menos danos ao meio ambiente. No canteiro de obras o uso de poliestireno expandido, composto de material reciclado, reduz o volume de concreto e armadura. O isopor é composto por resíduos que normalmente iriam ficar no meio ambiente. “Utilizamos somente o volume necessário de concreto e aço. Depois a laje é preenchida com isopor feito de material reciclável”, complementa o engenheiro Rui Hahne. O sistema de formas, próprio da Hahne, assegura uma laje nivelada sem necessidade de se fazer um contrapiso para receber material de acabamento. O formato como a obra é desenvolvida reduz até 40% o número de pilares e vigas, diminuindo a emissão de CO2 no ambiente.

   Outra novidade é que a Hahne não utiliza formas e escoramentos de madeira, que depois de utilizados são descartados. A construtora desenvolveu escoramentos metálicos. A utilização de metal e fibra de vidro torna as formas reutilizáveis e ecologicamente corretas. Só neste processo, uma obra de 500 m2 deixaria de derrubar aproximadamente 50 árvores, lembrando que esta árvore levará 25 anos para atingir o tamanho ideal de corte.

   O sistema construtivo HAHNE foi utilizado em diversas obras, totalizando área superior a 300 mil m2. Com elas já foram preservadas aproximadamente 30 mil árvores. Entre as principais estão, os prédios da IAB em Joinville (SC), os complexos industriais da Malwee Malhas, LMG Roupas e Duas Rodas Industrial, em Jaraguá do Sul (SC), além do edifício industrial e silos da Bunge Alimentos, em Ponta Grossa (PR).| www.hahne.com.br

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Uma grande Comunidade

Juntas, construtoras em Curitiba se preparam para programa de melhorias em revestimento
   Problemas de revestimento em grandes construções, como fissuras, pastilhas que se soltam das fachadas dos prédios, entre outros, podem estar com os dias contados em Curitiba. É que acontece nos próximos dias 15 e 16 de maio, a primeira etapa do Programa de Desenvolvimento de Construtoras – PDC, um dos braços do projeto “Comunidade da Construção”, um movimento nacional criado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) com o objetivo de integrar a cadeia produtiva. O pólo curitibano, que reúne construtoras de pequeno, médio e grande porte, como Plaenge, Terrasse, Casa Alta, Baú Construtora, Benvecon, Vanguard Home e Mistral Incorporação e Empreendimentos, entre outras, além dos fornecedores: Votorantim e Testurite, se preparam para abordar ao longo do ano o tema “Revestimento em Argamassa”.

   Com foco neste crescimento e na formação cada vez mais aprofundada e treinada das construtoras, os dois encontros têm como objetivo principal preparar os participantes para os próximos três módulos a serem ministrados ao longo deste ano: projeto, execução e planejamento.

   Segundo adianta o engenheiro Alex Maschio, gerente da ABCP-Sul, logo após as primeiras semanas de treinamento já é possível verificar melhorias. “O curso é voltado à prática e aos processos realizados no dia a dia de uma construtora. Desde o primeiro dia já é possível identificar o que pode ser aplicado, caso a caso”. Para Maschio, esta identificação já poderá resultar na elevação da qualidade destas obras que utilizam revestimento em argamassa, evitando também a possibilidade de um retrabalho e custos desnecessários.

   Com o PDC o objetivo é melhorar a qualidade de execução das obras, aumentando assim a competitividade das construtoras locais. Desta forma, é possível oferecer um suporte na qualificação da mão de obra evitando problemáticas que cheguem ao consumidor final.

   O que é a Comunidade da Construção? - O projeto “Comunidade da Construção” foi lançado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) em 2002 e trata-se de um movimento nacional que visa integrar a cadeia produtiva ligada aos sistemas construtivos à base de cimento. Ele envolve Sinduscons, entre outras entidades nacionais e locais, além de fabricantes, projetistas, prestadores de serviço, universidades, entidades e consultores que buscam o mesmo resultado: o aumento da competitividade no mercado.

   Hoje, o projeto está presente em 13 pólos, distribuídos por todo o Brasil. Por meio de seus programas, visa difundir as melhores práticas de projeto, planejamento e execução destes sistemas, auxiliando no desempenho de toda a cadeia produtiva.

   Dentro deste projeto diferentes programas buscam atender esta prerrogativa fortalecendo de maneira técnica os sistemas à base de cimento. Eles ressaltam a produtividade, a qualidade e a tecnologia por meio dos cursos de capacitação ofertados aos agentes da cadeia produtiva. Nestas oportunidades os participantes podem trocar experiências, organizar e divulgar os resultados obtidos.|

www.comunidadedaconstrucao.com.br

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Mercado imobiliário em São Bernardo do Campo esquenta

Estudo exclusivo da Lopes indica que o nível de estoque caiu enquanto houve aumento nos lançamentos. Perfil do imóvel também mudou para apartamentos menores
   São Bernardo do Campo é o terceiro município mais importante da Região Metropolitana de São Paulo quanto lançamentos residenciais verticais, nos últimos três anos recebeu 9 mil novos apartamentos, enquanto Guarulhos mais de 20 mil e São Paulo mais de 110 mil.

   Atualmente São Bernardo do Campo apresenta boa liquidez de vendas de imóveis novos. Segundo a pesquisa realizada pela área de Inteligência de Mercado da Lopes, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil, as vendas são rápidas na cidade e o estoque vem diminuindo continuamente. Enquanto há 3 anos o estoque disponível era de 33% do total das unidades lançadas em três anos, em janeiro de 2012 aferiu-se apenas 16%, demonstrando a liquidez dos mercado em questão.

   A redução do nível de estoque aconteceu ao mesmo tempo em que o mercado aumentou o número de lançamentos. Nos últimos três anos, foram lançados no município 57 empreendimentos, totalizando 109 torres, 9.017 unidades e somando um VGV (Valor Geral de Vendas potencial aproximado) de R$ 2,5 bilhões.

   Para atender a demanda da região, foram lançados apartamentos de dois e três dormitórios, respectivamente, 4.330 unidades e 4.030 unidades, que foram comercializados rapidamente. “Atualmente um apartamento com dois dormitórios custa, em média, R$ 4.200/m² e quatro dormitórios R$ 4.500/m².” afirma Cristiane Crisci, diretora de Inteligência de Mercado da Lopes.

   No último triênio (Jan/09 a Dez/11), 80% dos apartamentos lançados em São Bernardo do Campo concentraram-se em 10 bairros, com destaque para Planalto com 1.311 unidades, seguido de Vila Baeta Neves e Centro, com 1.248 e 1.154 apartamentos, respectivamente.| www.lopes.com.br

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Luxo ilimitado

   É da arquiteta Patricia Anastassiadis os apartamentos decorados do Unlimited Ocean Front, empreendimento de luxo que a Yuny Incorporadora lançou no último final de semana na avenida da praia, em Santos, inspirada nos supercondomínios da Ocean Drive, de Miami.

   Com projeto dos escritórios Aflalo & Gasperini e Claudio Abdala, o Unlimited Ocean Front tem apartamentos de 45 metros quadrados a 130 metros quadrados, a maioria com vista para o mar, devido ao desenho sinuoso e marcante do edifício.

   Pensado para investidores, que devem locar suas unidades para profissionais que estão chegando à cidade por causa do pré-sal, o empreendimento vem repleto de serviços cinco-estrelas, como concierge, room service, personal trainer e auxiliar de compras. Tudo para fazer da nova casa um oásis de modernidade e conforto.| www.anastassiadis.com.br | www.aflaloegasperini.com.br |

 www.claudioabdala.com.br | www.yuny.com.br

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Construtora Escala inaugura espaço exclusivo no Big Shopping

Estão a todo vapor os preparativos para a conclusão da obra de reforma e adequação do espaço exclusivo que a Construtora Escala irá ocupar no Big Shopping, em Contagem, MG, a partir de abril. Aliando tecnologia de ponta e um aconchegante café para receber os clientes, a área de 32 m2 recebeu investimentos da ordem de 250 mil reais, incluindo obra civil, mobiliário e equipamentos de última geração.

   O objetivo do espaço exclusivo é criar um ambiente charmoso, tranquilo e confortável para que os clientes e investidores da Escala se sintam em casa, com toda a comodidade, para conhecer as novidades sobre os empreendimentos e fechar negócios com privacidade e segurança. O projeto é das arquitetas Maria Elisa Lara e Paloma Damasceno.

   Segundo o Gerente de Negócios da Escala, Adimilson Moura, a decisão da empresa pelo Big Shopping tem foco no potencial do centro de compras para a fidelização da marca junto aos clientes de interesse da região, no estreitamento de contatos com investidores e no fortalecimento do relacionamento com a comunidade.

   “Esperamos ampliar em 30% a comercialização dos nossos empreendimentos através desse novo canal de vendas. A visibilidade da marca através do contato direto com os clientes e da presença constante junto aos investidores vai possibilitar um salto na imagem corporativa da construtora, permitindo que alcancemos até 2016 a meta de estar entre as melhores empresas do segmento em Minas Gerais”, destaca Admilson.

   A abertura da loja no Big Shopping, prevista para o início de abril, terá como anfitriões os empresários Admilson Moura, Eliza Souza, Amiro Passades e Andrezio Silva, sócios-diretores da Construtora Escala. A loja fica na Avenida João César de Oliveira, 1285, 2º piso, no Eldorado.|

  www.escalaempreendimentos.com.br

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Mercado de imóveis novos residenciais registra tendência de crescimento

Pesquisa do Secovi-SP aponta bons resultados em fevereiro, considerado mês de sazonalidade para o mercado imobiliário

   O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou a venda de 2.109 unidades em fevereiro, com crescimento de 12,8% em relação a igual mês de 2011 (1.869 unidades) e de 97,5% comparado a janeiro de 2012 (1.068 unidades).

   De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, responsável pela Pesquisa sobre Mercado Imobiliário, foi o terceiro melhor desempenho para o mês, considerando a evolução de vendas desde a mudança de metodologia, a partir de 2004.

   Do total comercializado, 87,7% resultaram da soma de imóveis de 2 e 3 dormitórios, respectivamente, 1.202 unidades (57%) e 647 unidades (30,7%). Em termos de área útil, unidades em média com 46 m² e 65 m² representaram 43% das vendas.

   O indicador Velocidade de Vendas referente aos 12 meses encerrados em fevereiro ficou em 59,6%, superior aos 58,3% observados em mesmo espaço de tempo terminado em janeiro. Já o indicador VSO (Vendas sobre Oferta) mensal foi de 10,3%.

   Acumulado – No primeiro bimestre, as vendas em unidades acumulam alta de 17,7% (3.177 imóveis) em relação ao mesmo período de 2011 (2.699 unidades). Em Valor Geral de Vendas (VGV), expresso em reais, os dois meses movimentaram R$ 1,4 bilhão, superando em 13,1% o faturamento do mesmo bimestre do ano passado.

   Lançamentos residenciais – A Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) apurou, no segundo mês de 2012, o lançamento de 1.383 unidades, com alta de 105,2% em relação a janeiro último e queda de 52,3% sobre fevereiro de 2011.

   Considerações – Fevereiro ainda integra o período de sazonalidade do mercado imobiliário, caracterizado pelo baixo movimento no início do ano. “Mesmo assim, há indícios de crescimento consistente, ao se observar os indicadores da pesquisa”, pondera Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato.

   Para o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, os dados confirmam as previsões de ajuste do mercado às novas condições, depois de período de crescimento proporcionado por um cenário econômico exuberante nos últimos anos. “Com objetividade, é de se esperar que o mercado de imóveis continue a apresentar bons resultados em 2012 e nos próximos anos. Inclusive, cada vez mais bem distribuído no atendimento a diferentes faixas de renda familiar”, observa.|

 www.secovi.com.br

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Barra da Tijuca atrai novos investimentos

Expansão de empreendimentos comerciais e instalação de novas empresas comprovam potencial de crescimento da região
   Empresários estão cada vez mais interessados em abrir negócios no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Vários setores estão de olho nas oportunidades e no potencial de crescimento e desenvolvimento da região. “Nos últimos anos ocorreu uma grande expansão imobiliária e comercial e grandes empresas se instalaram na Barra. Além de ser extenso, o bairro é o mais novo da cidade, o que aumenta a sua visibilidade no meio empresarial, pois há muito para explorar”, afirma Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.

   Eike Batista, o homem mais rico do Brasil, percebeu o potencial da Barra da Tijuca e decidiu investir alguns de seus tostões na construção de um shopping voltado para as classes A e B. O empreendimento ficará localizado na Avenida das Américas, a mais importante da região. “Os outros shoppings da Barra estão em um momento de expansão, com ampliações, novos espaços, mais lojas e salas comerciais. A concorrência está acirrada e isto é muito bom para os negócios, os consumidores e também para o bairro em si”, observa Freitas, diretor de locações da ABADI.

   Outros segmentos também estão se expandindo na região. A PRIMAR, por exemplo, inaugurou no fim do ano passado a sua nova filial na Barra da Tijuca. A escolha do bairro foi uma estratégia para ampliar as transações comerciais realizadas pela administradora de imóveis e para aumentar sua influência nos públicos mais exigentes. “A PRIMAR Barra foi inaugurada em novembro e está situada no Condomínio Island Personal Offices, um prédio com infra-estrutura requintada, ideal para atender os clientes interessados na comercialização de imóveis de alto padrão”, ressalta.

   Com mais de 43 anos de atuação no mercado imobiliário, a PRIMAR tem tradição no negócio e se consolidou com a administração familiar, passada de geração para geração. Pai, filhos, netos, tios e sobrinhos contribuíram para que esta história fosse de sucesso. “Com o estabelecimento da sociedade com Luiz Cláudio de Almeida Bendia foi possível finalizar a estratégia de expansão do grupo. Bendia trouxe seus mais de 24 anos de experiência no mercado para somar com o know-how que a PRIMAR já tem e assim a filial na Barra se tornou realidade”, conta.

   Apartamentos e casas de alto padrão são o principal foco neste novo momento da administradora. Com a PRIMAR Barra a empresa pretende aumentar em 30% as transações de compra e venda de imóveis, em 20% o número de condomínios administrados e em 10% as negociações de locação de imóveis. “Nosso trabalho será desenvolvido principalmente na Barra de Tijuca e arredores, por ser uma região que está se valorizando cada vez mais e que é possível aproveitar os novos nichos de mercado que estão se formando”, destaca Freitas.

   A beleza natural da Barra da Tijuca é outro fator que contribui para a chegada de novas famílias no local. Com 26 quilômetros de praias de areias brancas e mar limpo, com água adequada para banho, a orla da Barra possui muita vegetação nativa, incrementando o visual. “A instalação de novas empresas na região é reflexo do aumento no número de moradores e turistas que vem conhecer as praias. O alto índice de desenvolvimento humano no bairro, acima de 0,9, também é considerado um fator que contribui para o seu crescimento”, acrescenta.

   A extensão da Barra da Tijuca é grande – o bairro começa na ponte sobre o canal da Joatinga e termina nas avenidas Salvador Allende e Alfredo Baltazar da Silveira, divisa com o bairro Recreio dos Bandeirantes. “Nós temos certeza de que a PRIMAR vai superar suas metas com a nova filial na Barra da Tijuca. Assim futuramente poderemos expandir ainda mais os negócios, tendo em vista que o mercado imobiliário no Rio de Janeiro está aquecido e a expectativa é que as transações aumentem com a Copa em 2014 e as Olimpíadas em 2016”, finaliza.| www.primaradministradora.com.br

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Estudo da Lopes revela mudança no perfil de regiões como Brooklin e Itaim Bibi

   O perfil da família brasileira está mudando e alguns bairros tradicionais, como Brooklin e o Itaim Bibi, já estão sentindo essa mudança, deixando de ser redutos de famílias grandes para receber executivos jovens e solteiros que querem morar perto de shoppings, restaurantes e, principalmente, do trabalho.

   Segundo estudo exclusivo da Lopes, no Itaim Bibi, no triênio encerrado em 2008 não houve lançamento de imóveis de 1 ou 2 dormitórios, e nos três anos seguintes eles dominaram, somando 74% do total lançado. Enquanto isso, os empreendimentos com 4 dormitórios, que eram 89% do mercado entre 2006 e 2008, caíram para 5% do mercado no triênio seguinte. No Brooklin o movimento foi semelhante. Enquanto 75% dos apartamentos lançados entre 2006 a 2008 tinham 4 dormitórios, de 2009 a 2011, 73% passou para imóveis de 1 ou 2 dormitórios. | www.lopes.com.br

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Living Construtora alia qualidade e preço acessível no Way Vila Guilherme

Empreendimento apresenta melhor custo-benefício da região e conta com localização privilegiada
   A Living Construtora, empresa do grupo Cyrela Brazil Realty, começa 2012 apresentando o Way Vila Guilherme, empreendimento na zona norte de São Paulo, com VGV de R$ 65 milhões e diferenciais como localização e preço.

   O Way Vila Guilherme está ao lado das principais vias de acesso da região, (como a Marginal Tietê, Av. Guilherme, Av. Brás Leme e Av. Luis Dumont Vilares), transporte público (Metrôs Tietê, Carandiru e Terminal Rodoviário do Tietê), centros comerciais (Walmart, Carrefour, Lar Center, Center Norte e Shopping D), além dos parques da Juventude e Anhembi, universidade UniSant’Anna e o SESC.

   Com o melhor preço do metro quadrado na região e garantia de qualidade da Living Construtora, o empreendimento tem duas torres em um terreno com mais de 6.600 m², áreas comuns assinadas pelo renomado paisagista Marcelo Faisal e segurança 24 horas. As plantas são de 2 e 3 dormitórios com suíte (53 m² e.66 m²).

   As áreas de lazer possuem fitness, espaço para ginástica, sauna com descanso, redário, piscinas adulto e infantil, quadra gramada, 2 churrasqueiras, salões de festas adulto e infantil, playground, play minicidade, brinquedoteca e salão de jogos.| www.livingconstrutora.com.br

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Pelo quarto ano consecutivo, CH2M HILL está entre as companhias mais éticas do mundo

Concedido pelo Instituto Ethisphere, prêmio reconhece liderança ética e prolongada da empresa global de engenharia
   A CH2M HILL, empresa de engenharia, construção, gerenciamento, operações e meio ambiente, que atua no Brasil desde 1996, foi nomeada pelo quarto ano consecutivo como uma das companhias mais éticas do mundo pelo Instituto Ethisphere. A sexta lista do Instituto destaca organizações que demonstraram pioneirismo ao promover padrões éticos nos negócios. O ranking valoriza companhias que não se limitam a discursos e transformam palavras em ações, introduzindo ideias inovadoras que beneficiam a sociedade e estimulam os concorrentes a adotarem atitudes semelhantes.

   “Figurar mais uma vez no ranking das Companhias mais Éticas do Mundo é uma honra para a CH2M HILL e uma prova do comprometimento de nossos funcionários com os valores do respeito e da excelência na entrega de projetos“, ressalta o Chairman e CEO da empresa, Lee McIntire.

   Uma vez que a CH2M HILL continua monitorando e fortalecendo esses programas, a empresa se orgulha dos progressos alcançados ao longo de 2011:

   • criação do programa embaixador ético em cada unidade de negócio;

   • estabelecimento de Ética para Fornecedores e de Princípios Éticos de Conduta;

   • estímulo ao compromisso com a sustentabilidade nas operações da empresa e serviços prestados aos clientes;

   • incentivo ao investimento comunitário e o voluntariado corporativo.

   Para a Diretora Jurídica da CH2M HILL, Margaret McLean, “programas éticos bem-sucedidos exigem mais do que políticas robustas ou um código de conduta, exigem liderança, comunicação constante e incentivos para que a ética seja parte do nosso diálogo diário".

   "A cada ano, a competição entre as empresas para estar no ranking das Companhias Mais Éticas do Mundo aumenta, na medida em que cresce o número de organizações que se candidatam ao Prêmio", afirma Alex Brigham, Diretor-Executivo do Instituto Ethisphere. Brigham destaca que as empresas vencedoras sabem que programas éticos consistentes são um componente chave dentro de um modelo de sucesso nos negócios.

   Por meio de pesquisas abrangentes e análises com várias fases, o Ethisphere avaliou candidaturas de empresas de mais de 100 países. A metodologia utilizada inclui a revisão de códigos de ética; histórico de infrações e litígios; avaliação de investimentos em inovação e sustentabilidade; avaliação de atividades destinadas a melhora da cidadania corporativa e estudo das nomeações de altos executivos, parceiros industriais, fornecedores e clientes.| www.ch2mhill.com.br

   Para saber mais sobre as empresas mais éticas do mundo ethisphere.com/wme

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Minas Gerais registra crescimento de 5,6%, maior do que o conquistado pelo setor em nível nacional

A Conartes teve aumento no Valor Geral de Vendas (VGV) no primeiro bimestre de 2012 de 30% em relação ao mesmo período de 2011

   Dados do produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais divulgados recentemente pela Fundação João Pinheiro, demonstraram que a construção no Estado em 2011, cresceu, 5,6%. O desempenho foi superior ao observado pela economia mineira que apresentou expansão em 2,7% (o mesmo incremento observado pelo país) e foi o melhor no segmento industrial. O número também foi maior do que o registrado pelo setor em nível nacional (3,6% de acordo com o IBGE) e confirmou o fortalecimento da expansão setorial. A Conartes Engenharia e Edificações – que atua no mercado de alto luxo na Grande BH e São Paulo, com mais de 30 anos no mercado – confirma estes dados com os números do seu Valor Geral de Vendas (VGV) que apresentou um aumento no primeiro bimestre de 2012 de 30% em relação ao mesmo período de 2011.

   De acordo com o diretor-presidente da Conartes, José Francisco Cançado, outro fator que interferiu no mercado é a Taxa Básica de Juros. “O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic de 10,5% para 9,75% ao ano. A queda de 0,75 ponto percentual - que era cogitada, mas surpreendeu os mercados - visa impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país e amenizar os efeitos da crise mundial. Sempre que a Selic fica em um patamar abaixo de 10% representa um bom estímulo, fomentando as vendas”, explica.

   Obras em ritmo acelerado - De acordo com Cançado, a empresa possui sete obras em andamento, sendo que mais de 50% delas já estão completamente vendidas. Os três empreendimentos que ainda possuem unidades à venda são:

   • Edifício Juan Les Pins: localizado, no Funcionários, o empreendimento já está 70% comercializado. As unidades de 265 a 314 m² custam de R$ 2.305.000,00 a R$ 4.794.000,00 (cobertura).

   • Edifício Don Cielo: localizado no Vila da Serra este empreendimento possui unidades de 190 e 200 m². O valor das unidades varia de R$ 1.372.000,00 a R$ 3.243.000,00 (cobertura) e o edifício já está cerca de 50% vendido.

   • Condomínio Resort Green Garden: já está com todas as coberturas comercializadas, restando apenas 10% do empreendimento para venda. Com apartamento de R$ 1.944.000,00 a R$ 2.446.000,00, as unidades possuem metragens de 244 a 265 m².

   Forte presença em São Paulo - A Conartes dá continuidade à sua expansão para São Paulo e acaba de adquirir mais um terreno na capital paulista, desta vez no bairro Aclimação, na região nobre dos Jardins (Avenida Luis Gomes Cardim Sangirardi). O primeiro empreendimento da Conartes em São Paulo, Edifício Voir Ibirapuera, foi lançado em 2010 e foi 100% comercializado na planta. “Investimos em São Paulo em função da cidade ser o maior mercado do Brasil. Esse é um passo importante para a marca da empresa, que é forte em Minas e será também em SP, pois a qualidade de acabamento de Minas Gerais é referência – em especial da Conartes Engenharia no alto-luxo – o que será nosso maior diferencial. SP poderá ser a ponte para nossa expansão até para outros estados”, analisa.|

www.conartes.com.br

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Cia. City 100 anos: arquitetos e representantes de associações falam sobre a importância da urbanizadora para São Paulo

   Em 13 de março último, a Cia. City completou 100 anos desenvolvendo projetos urbanísticos no Brasil. A empresa, de origem inglesa, se estabeleceu em São Paulo em 1912 e trouxe para o país o conceito bairro-jardim. Foi assim que a companhia deu vida a bairros como Jardim América, Pacaembu e Alto de Pinheiros, fazendo com que sua história se confundisse com o próprio registro do desenvolvimento da capital paulista no último século.

   Os números impressionam: até agora, a mais antiga empresa de planejamento urbano do país foi responsável pelo desenvolvimentode 32 milhões de metros quadrados, planejando 49 bairros em diversos municípios do Estado, incluindo, além da capital São Paulo, Osasco, Piracicaba, São José dos Campos, São Bernardo, São Caetano do Sul, Itu, Taubaté, Ribeirão Preto, Guarulhos e Barretos. A empresa deixou sua marca ainda em Goiás, Santa Catarina e Minas Gerais.

   “O conceito de bairro-jardim é muito interessante, pois foi o percursor da ideia de incorporar a dimensão ecológica ao desenho da cidade. O Pacaembu é um exemplo disso, ele tem um relevo acentuado e foi a primeira vez que se desenhou um bairro de acordo com a sua topografia”, explica o arquiteto Mauro Munhoz.

   “O bairro do Pacaembu é muito importante dentro da história do urbanismo paulista, não só pelo seu traçado inovador, diferente de tudo aquilo que se fazia até então, mas pelo desafio de implantação dele por conta de sua integração com aquilo que já exisitia. Ele faz de uma maneira muito adequada o elo entre uma cidade de traçado tradicional com as partes novas da cidade”, completa Mônica Junqueira de Camargo, arquiteta e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

   100 anos que marcaram a história do urbanísmo no Brasil - O primeiro loteamento da Cia. City na capital paulista foi o Jardim América, completado em 1915. Ali já estava presente a visão inovadora, e que se tornou marca registrada da Cia. City: o conceito de "bairro-jardim", desenvolvido pelos urbanistas ingleses Barry Parker e Raymond Unwin.

   A empresa também foi a primeira na oferta de financiamento dos lotes e construção de casas, e a segmentar públicos na comunicação ao se dirigir diretamente às diferentes colônias, como italianos, alemães, japoneses e árabes. Outro desafio que enfrentou no início de sua tragetória como urbanizadora foi convencer os compradores de que o Jardim América, na época uma área afastada do centro de São Paulo, seria uma boa opção para moradia. Para isto, a Cia. City garantia a disponibilização de infraestrutura completa, incluindo transporte, além de criar áreas para a implantação de clubes e praças públicas.

   Estes 100 anos apoiando o desenvolvimento urbanístico brasileiro geraram um extenso portifólio de projetos caracterizados pelo traçado sinuoso das vias que se adaptam à topografia do terreno, entre os quais regiões como Pacaembu, Alto de Pinheiros e Anhangabau. Além de restringir a circulação pelo bairro e reduzir a velocidade dos veículos, o traçado característico das regiões planejadas pela Cia. City elimina esquinas cegas, ampliando a segurança dos moradores. O bairro-jardim valoriza assim o meio ambiente, com áreas verdes projetadas para os espaços públicos que também garantem aos seus habitantes um lugar para se socializar. Há ainda normas construtivas para preservar a natureza residencial dos bairros e a manutenção do verde.

   “Morar em um bairro City é sempre um motivo de orgulho, principalmente pela preservação ao meio ambiente e o apoio da Cia. City neste sentido. No Jardim América, por exemplo, há 8 mil árvores, um verdadeiro pulmão verde dentro da cidade de São Paulo”, afirma João Maradei, diretor-executivo da AME Jardins - Associação de Moradores dos Jardins América, Europa, Paulista e Paulistano. “Morar em um bairro City significa conviver com o verde em uma cidade absolutamente concretada e acinzentada”, reforça Iênides Benfati, presidente da Associação Viva Pacaembu.

   E a jovem centenária Cia. City continua atuando ativamente em projetos que valorizam o verde e a qualidade de vida dos moradores, filosofia alinhada às perspectivas de desenvolvimento sócio-econômico do país para os próximos anos. A exemplo disso, lançou há três meses, em parceria com o Grupo Enplan, o empreendimento imobiliário, fechado, Fazenda Dona Carolina, principal projeto da empresa para 2012. Os 348 terrenos destinados à construção de residências de lazer ocupam uma área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em uma legítima fazenda cafeeira do século 19, na região de Itatiba.| www.ciacity.com.br  | Depoimentos: www.youtube.com/ciacity

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MPD e MBigucci: as mais Sustentáveis do Brasil, em 2011

   As construtoras MPD e MBigucci serão reconhecidas como as mais sustentáveis do Brasil, no ano de 2011, em evento que será realizado nesta quarta-feira, 14/03, às 19h, em São Paulo, durante a solenidade de premiação do 8º Ranking ITC 2011 – As 100 Maiores da Construção. Para receberem o Prêmio ITC SustentaX de construtoras mais sustentáveis entre as 100 maiores do país, as duas empresas foram avaliadas e auditadas in loco pela equipe técnica da SustentaX.

   O objetivo do Prêmio ITC SustentaX é reconhecer as construtoras e seus dirigentes que entenderam que sustentabilidade empresarial passa pela geração de resultados para os acionistas com respeito à sociedade e desenvolvimento de suas atividades com ética e responsabilidade socioambiental. “O setor da construção civil é um dos que mais impactam as comunidades e o meio ambiente ao mesmo tempo em que geram novas oportunidades e postos de trabalho. É muito importante reconhecer e premiar as empresas construtoras que, de fato, contribuem para a mitigação de riscos de seus negócios e para a construção de uma sociedade mais sustentável”, afirma Newton Figueiredo, presidente do Grupo SustentaX.

   Para Guillermo Guirao, presidente da ITC, distinguir as mais sustentáveis entre as 100 maiores é importante também para disseminar as boas práticas de gestão e de campo para toda a cadeia construtiva. “Queremos criar com o Prêmio ITC SustentaX uma referência para os financiadores, investidores e também para os que procuram imóveis. Estamos falando de empresas que buscam ter também menores riscos socioambientais em suas operações”, finaliza.

   Para poderem participar e serem avaliadas, as construtoras deveriam estar entre as 100 maiores do Brasil, em levantamento realizado pela ITC, pelo critério de m2 construídos, e demonstrar:

   1. Regularidade Jurídico fiscal;

   2. Respeito aos princípios do Pacto Global da ONU;

   3. Ausência de processos ambientais por parte de órgãos públicos;

   4. Que não se encontrava nas listas de trabalho escravo e infantil do Ministério do Trabalho e

   5. Consciência de seus principais impactos, riscos e oportunidades de sua atuação.

   Com a documentação entregue e planilha de avaliação respondida, a equipe da SustentaX realizou auditorias nos canteiros e solicitou comprovações documentais correspondentes aos itens referentes à Gestão Sustentável, Preservação Ambiental em Obra e Respeito à Cidadania dos Canteiros.|

www.premioitcsustentax.com.br
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Em ano de centenário, Cia. City volta suas atenções para o interior de São Paulo

Urbanizadora que deu vida a bairros como Pacaembu e Jardim América projeta empreendimentos em regiões localizadas em umraio de até 100 km de distância da capital paulista; Principal investimento da empresa em 2012, Fazenda Dona Carolina, realizado em parceria com o Grupo Enplan, celebra os 100 anos da companhia
   Em março a Cia. City completou 100 anos desenvolvendo projetos urbanísticos no Brasil. A empresa, de origem inglesa, se estabeleceu em São Paulo em 1912 e trouxe para o pais o conceito bairro-jardim. Foi assim que a companhia deu vida a bairros como Jardim América, Pacaembu e Alto de Pinheiros, fazendo com que sua história se confundisse com o próprio registro do desenvolvimento da capital paulista no último século.

   Os números impressionam: até agora, a mais antiga empresa de planejamento urbano do país foi responsável pelo desenvolvimentode 32 milhões de metros quadrados, planejando 49 bairros em diversos municípios do Estado, incluindo, além da capital São Paulo, Osasco, Piracicaba, São José dos Campos, São Bernardo, São Caetano do Sul, Itu, Taubaté, Ribeirão Preto, Guarulhos e Barretos. A empresa deixou sua marca ainda em Goiás, Santa Catarina e Minas Gerais. E a jovem centenária Cia. City continua atuando ativamente em projetos que valorizam o verde e a qualidade de vida dos moradores, filosofia alinhada às perspectivas de desenvolvimento sócio-econômico do país para os próximosanos.

   “A maior distribuição de renda, emprego edisponibilidade de crédito devem contribuir para o crescimento do mercadoimobiliário. Por outro lado, maiores custos de terrenos e impacto de novas construções sobre as cidades devem alavancar a criação de novos bairros em cidades de porte mas não metropolitanas, seguindo o conceito da cidade compacta. Essas regiões, localizadas em um raio de até 100 km de distância de São Paulo, são foco de atenção da empresa, sempre dentro dos conceitos urbanísticos que consagraram a Cia.City nos últimos 100 anos”, explica José Bicudo, presidente da urbanizadora.

   A exemplo disso, a Cia. City lançou há dois meses, em parceria com o Grupo Enplan, o empreendimento imobiliário, fechado, Fazenda Dona Carolina, principal projeto da empresa no ano de seu centenário. Os 348 terrenos destinados à construção de residências de lazer ocupam uma área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em uma legítima fazenda cafeeira do século 19, na região de Itatiba.| www.fazendadonacarolina.com.br 
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Incorporadora Idea!Zarvos recebe prêmio de arquitetura em Cannes

A incorporadora Idea!Zarvos, por meio do Edifício Oka, cujas obras iniciarão em maio desse ano, recebe o prêmio MIPIM AR Future Projects Awards, de extrema importância quando se fala em arquitetura, organizado pela revista inglesa Architectural Review. A premiação ocorreu em 07 de março, em Cannes. A incorporadora foi representada por seu vice-presidente Luiz Felipe Carvalho. O objetivo do prêmio é eleger, dentre centenas de projetos inscritos, as melhores e mais criativas propostas arquitetônicas, considerando-se não só o empreendimento em si, mas também o seu potencial transformador em relação ao entorno. É a segunda vez que a incorporadora recebe esse prêmio, sendo a primeira vez por conta do Edifício residencial 360º em 2009. “É com muito orgulho que recebemos esse prêmio tão relevante ao mercado imobiliário, principalmente por sermos a primeira incorporadora brasileira a recebê-lo em Cannes”, conclui Carvalho.| www.ideazarvos.com.br
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Edifício Verde da Dígitro é Premiado como Construção Sustentável de 2012

O Edifício Verde da Dígitro Tecnologia, um dos maiores projetos de prédio ecologicamente sustentável de Santa Catarina, acaba de ser escolhido pela comissão julgadora do Prêmio Expressão de Ecologia como ganhador nacional do título de Construção Sustentável 2012.

   A diplomação da empresa ocorrerá durante o Fórum de Gestão Sustentável, programado para o segundo semestre, e que reunirá em Florianópolis especialistas de todo o País em desenvolvimento sustentável, além de dezenas de ONGs, representantes de governo e empresas envolvidas em projetos “verdes”.

   A Dígitro é nacionalmente reconhecida por uma grande variedade de práticas de responsabilidade sócio-ambiental que a qualificam como empresa “sustentável”. O Reconhecimento para o Prêmio de 2012 teve como base, principalmente, o projeto de construção do novo complexo que abriga a sede da empresa, localizada na capital Catarinense.

   O empreendimento foi baseado no conceito green building (Edifícios Verdes), buscando a preservação ambiental e o aproveitamento máximo de recursos naturais, como o calor e a luz solar, a água da chuva, entre outros, reduzindo significativamente o consumo de energia.

   “Ficamos muito orgulhosos com o prêmio, pois sabemos que a disseminação de projetos como este reforça a idéia de que preservação ambiental é uma responsabilidade de todos e deve estar na base dos valores empresariais”, afirma Geraldo Faraco, Presidente da Dígitro.

   Preferência para a Luz Natural e Uso de Água da Chuva - Entre as principais características da edificação, estão os vidros especiais, chamados insulados, que permitem a penetração de luz natural em todos os ambientes (menor necessidade de luz artificial), bloqueando em 70% a entrada de calor e diminuindo o uso de ar-condicionado, ao mesmo tempo em que reduz em mais de 70% o ruído externo. No topo, uma estrutura de células fotovoltaicas está sendo montada em etapas, para que, até 2014, a luz interna utilizada em todos os ambientes, durante o dia, seja suportada pela energia advinda dessa fonte.

   O prédio conta também com sistemas de aquecimento solar, circuitos hidráulicos distintos - um de água tratada, para uso em torneiras e chuveiros, e outro, independente, para uso específico na descarga dos vasos sanitários, que utiliza água coletada da chuva (capacidade de armazenamento: 60.000 litros). A questão da energia também foi tratada no mesmo conceito sustentável do restante do empreendimento. A utilização de um prisma central permite a entrada de luz solar nos vários andares, reduzindo o uso de iluminação artificial e consequentemente o consumo de energia.

   A estrutura também recebeu um moderno sistema de tratamento de efluentes, ampla estrutura para portadores de necessidades especiais, programas de saúde, com incentivo a utilização de bicicleta, além de programas de reciclagem que envolvem não somente os colaboradores, mas também a comunidade local.| www.digitro.com 
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Lopes sedimenta liderança no Vale do Paraíba com aquisição da LPS Foco

Com valor estimado em R$ 15 milhões, LPS Brasil compra 51% da LPS Foco Consultoria Imobiliária, com sede em São José dos Campos

   Detentora das marcas Lopes, Pronto, Habitcasa e Patrimóvel, a LPS Brasil, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários do Brasil, adquiriu 51% da LPS Foco Consultoria de Imóveis S.A, empresa com sede na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior paulista, por R$ 15 milhões.

   Com a aquisição, a LPS Brasil sedimenta a liderança do grupo no Vale do Paraíba nos mercados primário e secundário.

   Ainda dentro do acordo de aquisição, a nova empresa passa a oferecer os serviços da CrediPronto, joint venture do Itaú e Lopes especializada em financiamentos imobiliários. Com a operação, a CrediPronto passa também a ser a detentora exclusiva dos financiamentos da LPS Foco Consultoria de Imóveis, ampliando sua plataforma de atuação no mercado.

   Com sua estratégia agressiva de aquisições, desde seu IPO, feito em 2006, a LPS Brasil já relaciona 22 marcas: Dirani; Actual; Sérgio Miranda; Capucci&Bauer; Royal; Immobilis; VNC; Self; Plus; Maber; Patrimóvel; Local; Ducati; Thá; Erwin Maack; AçãoDall'Oca; Condessa; Brisa, Itaplan, Imóvel A e Eduardo Imóveis.| www.lopes.com.br
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Edifício Porto Gellagio apresenta arquitetura inovadora

Do material que repele a poeira à automação nos apartamentos, a tecnologia empregada na construção de edifícios se mostra cada vez mais aperfeiçoada. No bairro Juvevê, em Curitiba, o empreendimento Porto Bellagio, da Construtora Hugo Peretti, com entrega prevista para 2012, ilustra de várias maneiras o emprego da alta tecnologia. Trata-se de um condomínio residencial, cujo planejamento se destaca em virtude das inovações em arquitetura e da funcionalidade. O volume elíptico cria um inusitado desenho, quebrando a rigidez das linhas retas do entorno e possibilitando melhor ventilação entre as duas torres do empreendimento.

   A fachada foi projetada com a tecnologia do Alucobond - chapas metálicas compostas por duas folhas de alumínio e um núcleo maciço de polietileno de baixa densidade. O material tem propriedade anti-pichação, antirriscos, repele a poeira e é resistente às intempéries. Ainda na fachada, a utilização de vidros “structural glazing” em toda a parte frontal do prédio atingirá também parte do living privativo e os elevadores panorâmicos – um dos pontos altos do projeto – e garantirá boa resistência ao impacto de objetos, baixa transmissão de temperatura e excelente reflexão dos raios infravermelhos. Tudo isso sem comprometer a relativa transparência que todo vidro deve ter, garantindo ainda uma redução nos índices de reflexão de raios geradores de calor.| www.hugoperetti.com
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Construção civil em Blumenau dá salto em 30 anos

   Um consumidor muito mais exigente, em busca de conforto, praticidade e custo baixo, tanto na aquisição quanto na manutenção. É assim o público que investe na compra de imóveis residenciais no Vale do Itajaí. O foco da Construtora Frechal é justamente atender a esta parcela da população que deseja, no primeiro imóvel, conforto, diferenciais e valores adequados a distintos orçamentos. Em três décadas, a empresa entregou 3,4 mil unidades e a cada apartamento busca evoluir na relação cliente e construtora, o que garante a posição de destaque no mercado.

   A Frechal se adaptou aos conceitos que satisfazem os compradores atuais. Através do conceito condomínio-clube, por exemplo, as obras Frechal oferecem moradia com ampla área de lazer e flexíveis taxas. “As pessoas buscam imóveis em tamanhos compatíveis com o tempo que estarão em casa, ou seja, com a vida exigindo sobrecarga no trabalho a casa deve ser projetada para receber com funcionalidade sem se esquecer da praticidade na limpeza”, comenta a responsável pelo Marketing da Frechal, Roberta Silveira. Ela diz ainda que com esse foco, surgiram os espaços de lazer completos. Salão de festa com espaço gourmet, brinquedoteca, quadra de esportes, piscina, playground e academia já são itens de projetos para empreendimentos de menor custo.

   Para marcar os 30 anos, a Frechal entregará ao longo de 2012 mais 405 unidades em dois empreendimentos: Bosque Cristalli e Cielo. Além de lançar empreendimentos em locais estratégicos e uma nova central de vendas que contará com apartamentos decorados – a Central de Decorados – na Rua Engenheiro Paul Werner. Outras ações serão planejadas para os próximos meses e anunciadas dentro do calendário festivo da construtora.| www2.frechalnet.com.br
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Spazio Acqua da Cosil: alto desempenho avaliado pelo Grupo Santander

   A Cosil, construtora sergipana com ramificações em Recife e São Paulo, acaba de receber a terceira visita do Grupo Santander ao canteiro de obras do Spazio Acqua Condomínio Clube. Localizado em Aracaju, é reconhecido no mercado de construção civil como um dos sucessos no quesito sustentabilidade.

   O empreendimento dá continuidade ao excelente desempenho, obtendo pontuação de 78,91% e mantendo o posicionamento do Santander Obra Sustentável, programa de engajamento do banco junto a seus clientes.

   A partir da consultoria da Sustentax foi formalizado o guia “Procedimentos Sustentáveis”, que engloba ações a serem aplicadas em todos os canteiros de obras, instruindo quanto à diminuição do impacto ambiental da construção, por meio da atuação na erosão e sedimentação, uso da água, gerenciamento de resíduos, materiais, madeira certificada e plano para administrar a qualidade do ar. “Para validar a conformidade desse controle, são realizadas auditorias internas periódicas”, diz Alberto Cruz, auditor técnico de qualidade da construtora.

   Os seguintes itens de sustentabilidade também estão presentes no empreendimento: torneiras com temporizador e bacias com sistema de duplo acionamento nos banheiros e áreas comuns, medição individualizada de água e previsão da tecnologia também para gás, sensores de presença nos ambientes, espaço para coleta seletiva, portas e batentes com madeira certificada, tintas com baixo índice de VOC’s (Volatile Organic Compounds) e distribuição de circuitos de iluminação.

   “A análise comprova que a desenvoltura do empreendimento é crescente. Desde o início, essa foi a melhor avaliação, superando inclusive a primeira auditoria”, explica Alberto.

   O relatório foi desenvolvido para avaliar informações pertinentes às políticas adotadas e práticas de gestão ambiental das empresas que fazem parte do programa Obra Sustentável. O objetivo do Grupo Santander é fomentar e disseminar conceitos de sustentabilidade e boas práticas no setor da construção civil. “Parabenizamos toda a equipe da obra, que não mediu esforços para manter o reconhecimento do Santander”, pontua Alberto.| www.cosil.com.br 
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Estudo de macrodrenagem pode minimizar danos de enchentes

Como o planejamento e a adoção de soluções complementares podem mitigar os prejuízos causados pelas cheias em grandes centros urbanos
   Basta começar a estação das chuvas para o assunto enchente tomar conta dos noticiários – e junto com ele todos os problemas decorrentes das cheias. Mas como minimizar os efeitos negativos dos alagamentos nas grandes cidades? De acordo com o engenheiro civil Wagner Delano Hawthorne, coordenador de projetos e especialista em drenagem da Geasanevita, o problema precisa ser olhado de vários ângulos, além de muitos esforços conjuntos, para ser resolvido – ou, ao menos, mitigado.

   Para começar, o especialista indica um criterioso estudo de macrodrenagem para avaliar o problema e traçar um plano de ações. Este trabalho é bem abrangente e envolve a análise minuciosa de rios, bacias, canais e escoamento do local a ser pesquisado.

   A macrodrenagem é, de fato, um estudo hidrológico e hidráulico para determinar as vazões de enchentes e o dimensionamento das estruturas de desague ou amortecimento dos picos das cheias. A falta de um estudo deste tipo pode ocasionar enchentes e a permanência de áreas alagadas. “O trabalho faz uma análise mais abrangente da bacia hidrográfica e propõe medidas para minimizar ou mitigar os danos das enchentes com obras estruturais e outros projetos”, explica Hawthorne.

   Segundo o especialista da Geasanevita, a partir deste estudo é possível saber quais as reais necessidades de cada área para minimizar os efeitos das enchentes e, então, traçar os projetos e planejar os investimentos.

   Hawthorne explica que, em um terreno natural, a absorção da água de chuva chega a 80%, ou seja, grande parte do volume infiltra no solo. Mas em lugares que cresceram desordenadamente, sem áreas verdes e planejamento, há apenas 20% de infiltração. O restante escoa para pontos críticos e, se não tiver mecanismos para transportar esta água para o caminho natural que faria antes, as enchentes são praticamente certas.

   O engenheiro comenta que piscinões podem colaborar para diminuir o problema, mas não é possível adotá-los como solução única. “Os piscinões amenizam um pouco o pico de uma cheia. Eles armazenam o escoamento por um tempo e vai liberando-o mais lentamente. No entanto, o problema exige vários agentes para ser resolvido, tais como: controle da ocupação do solo e do escoamento do lote de área de várzea para rios, aumento e preservação de áreas, políticas públicas de alerta de populações em áreas de risco e planos de evacuação deste pessoal e, por fim, uma ação mais consciente em não jogar lixo nas ruas”, comenta.| www.geasanevita.com.br
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Beiramar Imóveis lança Vega – Luxury Design Office

De olho no mercado de luxo brasiliense, a Beiramar Imóveis lança o Vega – Luxury Design Office, complexo seis estrelas mais exclusivo da capital federal, localizado na SCN Quadra 01, da Asa Norte. “O Vega é um empreendimento comercial único, diferenciado, que traz o melhor em localização e design”, destaca Pedro Fernandes, vice-presidente da Beiramar Imóveis.

   Com área de 5300m², o prédio possui uma torre única com 63 unidades de lojas e salas. “São oito andares, sendo três subsolos, térreo, primeiro e segundo pavimentos, cobertura com área comum e sky lounges”, explica Pedro. O Vega possui 20 lojas duplex no térreo, 42 salas corporativas e 02 sky lounges privativos na cobertura para restaurante e lazer. “A área privativa também foi pensada para atender ao máximo nossos clientes e possui lojas de 38m² a 167m² com depósito, salas comerciais de 52m² a 89m² e salas de eventos de 500m² e 600m²”, acrescenta o vice-presidente da Beiramar Imóveis.

   A comodidade continua na garagem. São duas vagas para salas privativas, três vagas para lojas duplex e quatro vagas para sky lounges com possibilidade de compra de vagas extras.

   O Vega conta ainda seis elevadores, lobby, auditório, foyer, salas de reuniões, segurança, conforto e diversos serviços. Memorial de Incorporação: 284.329, no 2º Oficio de Registro de Imóveis do DF.

   Serviço: Vega - Luxury Desing Office / Localização: SCN QUADRA 01 - Asa Norte – Brasília DF / Informações: Beiramar Imóveis| www.beiramarimoveis.com.br
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O novo perfil do mercado imobiliário

   Claudio Bernardes / Durante anos, o sonho da casa própria só se realizava para poucos. Uma minoria privilegiada, que não dependia de financiamento ou, com renda elevada e apta a enfrentar rigorosa seleção, conseguia acessar as escassas linhas de crédito. Por duas décadas, imóvel residencial foi artigo de luxo, inalcançável pela classe média brasileira e, menos ainda, pelas famílias de menor poder aquisitivo, onde, aliás, está concentrada a maior parte do déficit habitacional.
De 2004 para cá, com a mudança radical proporcionada pelo novo marco regulatório do crédito imobiliário, esse cenário começou a mudar. O financiamento voltou com força total, com prazo e taxa de juros condizentes com o bolso dos compradores.

   E, em 2010, o programa Minha Casa, Minha Vida, abriu a porta da esperança para todos os brasileiros que almejavam a moradia digna, inclusive famílias de zero a três salários mínimos.
O conjunto desses fatores revolucionou o setor imobiliário. As empresas se depararam com a chance de trabalhar para distintas faixas de renda e, naturalmente, tiveram de se organizar para atuar num mercado, agora e finalmente, para todos.

   Esse processo se fez acompanhar de certa euforia. Tanto que, em 2010, o segmento de imóveis residenciais registrou números fora da curva, uma espécie de hiperaquecimento que não se sustentou em 2011, haja vista que, como as demais atividades produtivas do país, também o segmento imobiliário refletiu a desaceleração da economia, evidenciada na significativa queda do Produto Interno Bruto.

  Todavia, um fato é extremamente positivo: a produção imobiliária está cada vez mais dirigida aos chamados imóveis econômicos, com preços possíveis às classes de menor renda, financiados em até 30 anos.

   O balanço anual do mercado de imóveis, realizado com base na Pesquisa Secovi, mostra claramente esse comportamento. A maioria dos lançamentos e das vendas ocorreu no segmento de unidades de dois dormitórios e em regiões diferentes daquelas que tradicionalmente predominavam.

   É a máxima de ir onde a demanda está, o que seria totalmente saudável se, em alguns casos, esse movimento não tivesse motivos outros, como a carência de terrenos em regiões mais centrais (os poucos disponíveis têm preços proibitivos), ocasionada por legislação inadequada e mesmo o uso insuficiente de instrumentos como outorga onerosa e operações urbanas. E se tivéssemos modelos de ocupação urbana mais racionais, ou mesmo novos polos autossustentáveis, com trabalho, emprego, cultura e lazer centralizados, resolveríamos problemas graves, como o da falta de mobilidade resultante do trânsito caótico.

   Mas, apesar de todos esses obstáculos, o mercado adquiriu novo perfil e se voltou fortemente para o segmento econômico, acompanhando o crescimento da classe C que, em âmbito nacional, terá 113 milhões de pessoas em 2014, e da classe E, nova emergente, que somará 40 milhões de brasileiros no mesmo período (quando haverá apenas 16 milhões de cidadãos ocupando a classe E).

  Para se ter uma ideia, no ano passado, os lançamentos de unidades de 2 dormitórios predominaram em todas as zonas da capital paulista, e somaram 13,3 mil do total de 28,4 mil residências vendidas. Os vencedores da última edição do Top Imobiliário, prêmio do jornal O Estado de S. Paulo conferido com base em ranking da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) e com apoio do Secovi-SP, reafirmam o que revelou o balanço feito pelo Sindicato.

   Os lançamentos realizados pelas empresas premiadas se concentraram nas unidades de dois quartos, e houve grande destaque para os apartamentos de um dormitório, que registraram crescimento de 54% no total de unidades.

   Tais fatos mostram não só a desenvoltura e o profissionalismo do mercado, mas sua grande importância e fundamental contribuição ao desenvolvimento habitacional do País, justamente nas faixas de renda onde é maior a necessidade de produção.
Este mercado, maduro e consciente, demonstra que o Brasil não pode prescindir de sua atuação firme e permanente na direção do atendimento à forte demanda por habitação que existe em âmbito nacional.

   É claro que pensar num mercado para todos significa não deixar de lado nenhum nicho. O segmento de três quartos permanece forte, enquanto que o de quatro dormitórios, embora proporcionalmente muito menor, tem compradores que merecem ser atendidos.

   A grande questão é tornar possível que o setor imobiliário possa efetivamente atuar na faixa de zero a três salários mínimos, também nas regiões metropolitanas. Isso implica ter o programa Minha Casa, Minha Vida funcionando a pleno e com valores que permitam sua aplicação nos grandes centros urbanos. Ainda, que as leis de uso e ocupação do solo das metrópoles possibilitem um adensamento inteligente e sustentável. Assim teremos um mercado imobiliário para todos, e cidades para todos.
  
Claudio Bernardes é presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, e da Ingaí S/A| www.secovi.com.br
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Construção Verde: demandas e oportunidades para o Brasil

   José Octávio Armani Paschoal/ A história tem mostrado que a estrada da inovação tecnológica é cheia de obstáculos. E inovar com sustentabilidade parece ser o desafio do presente século. Essa jornada também é complexa e cheia de idas e vindas.

   Não é da noite para o dia que uma sociedade conseguirá migrar das tecnologias antigas para as consideradas inovadoras e sustentáveis. Mas as portas estão abertas e empresas já olham para o mercado das tecnologias verdes com bons olhos. Os consumidores também estão sensíveis e atentos à procura de produtos e serviços que causem menos impactos negativos ao meio ambiente, à sociedade e à economia.

   Um setor chave na busca pela sustentabilidade é o da Construção Civil, responsável pelo consumo de muitos recursos naturais do planeta, desde a extração de matéria-prima até o fim da vida útil. Por outro lado, enquanto a fase de construção dura no máximo dois anos, o uso pode facilmente passar dos 50 ou 100 anos.

   A história de um edifício, seja ele comercial ou residencial, vai muito além de sua construção. Durante todo o tempo de vida útil do edifício, ele irá consumir recursos naturais, como água e energia e gerar resíduos dos mais variados. Assim, ao contrário do senso comum em relação às edificações, a fase de uso também pode impactar tanto quanto a fase de construção.

   Muitas cidades brasileiras vivem atualmente um período de boom imobiliário. Novos condomínios residenciais e comerciais, com prédios inovadores e conceitos modernos. Entretanto, a idade média das construções numa cidade como São Paulo ainda é de aproximadamente 25 anos. Adequar as edificações construtivas de forma a incorporar as variáveis ambientais representa um enorme desafio, no qual o setor da construção civil, em diferentes caminhos, é tanto um nicho ideal para a inovação científica, quanto um poderoso driver econômico para a inovação. Exemplos de inovação nesta área, em virtude da crescente preocupação ambiental com o panorama atual de escassez de recursos e degradação, incluem a criação de materiais construtivos com maior durabilidade e resis tência, de revestimento de superfície direcionado à redução das perdas por calor (Basf e Chiba), entre outros inúmeros exemplos ao redor do mundo.

   No mercado das construções verdes são claros dois cenários: prédios que já nascem com soluções sustentáveis, sejam eles destinados à moradia, trabalho ou lazer; e prédios antigos com chances de serem repaginados e ganharem alternativas mais sustentáveis.

   Reabilitar edifícios com o objetivo de torná-los sustentáveis é mais complicado do que uma construção nova já planejada com este conceito. Porém, a inovação não está necessariamente limitada à criação de novos materiais de construção, mas também à forma como estes são utilizados. Iniciativas de uma empresa alemã do setor (Passivihaus) inovou aplicando princípios de design que permitem o uso da energia solar e o vidro para reduzir a demanda da eletricidade necessária para o conforto térmico e iluminação.

   Foi analisando este cenário que a Damha Urbanizadora projetou e criou o Parque Eco Tecnológico Damha, um exemplo de empreendimento que alia inovação e sustentabilidade no pólo tecnológico de São Carlos, cidade de porte médio (225 mil habitantes) e situada a 230 km da capital paulista.

   O Parque Eco Tecnológico, o primeiro de terceira geração do país e cuja gestão é feita pelo Instituto Inova, veio criar, ampliar e aprimorar oportunidades de investimento e negócios envolvendo novas tecnologias, estimulando a sinergia entre universidades, institutos de pesquisa e empresas no município, já reconhecido internacionalmente como referência em ciência, tecnologia e inovação. O empreendimento da Damha Urbanizadora, empresa do Grupo Encalso-Damha, integra o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos.

   E não é por acaso que o Parque tem no nome o conceito “Eco”. O empreendimento possui diferenciais em relação aos demais parques tecnológicos existentes no Brasil, principalmente por incorporar as questões de sustentabilidade aos projetos das edificações industriais, de modo a minimizar os impactos e colaborar com a preservação do meio ambiente no qual ele está inserido.

   O Parque Eco Tecnológico vai priorizar empresas que fazem uso do desenvolvimento de pesquisas, de apoio, de serviços e produção, que se enquadrem nas categorias sem risco ambiental, ou empresas de risco ambiental leve, de baixo grau de nocividade e médio grau de incomodidade, conforme definido na Lei 5.597/87 do Estado de São Paulo e demais disposições legais. Nele, estão se instalando empresas voltadas a transformar conhecimento em produto, em especial àquelas ligadas à criação de tecnologias da informação, da comunicação, formas e processamento de energia, biotecnologia, eletrônica, instrumentação, serviços, meio ambiente e agronegócios entre outras.

   Neste cenário, o Parque Eco tecnológico Damha traz uma nova abordagem para o setor da construção verde que é a criação de um ambiente específico para as empresas que inovam também no que refere ao compromisso ambiental. Edificações como a de um parque tecnológico que promove e permite o desenvolvimento econômico aliado ao compromisso ambiental também pode representar um caminho promissor para a construção verde e de estímulo à inovação de diferentes setores no país.

   O exemplo do Parque em São Carlos é, sobretudo, também uma referência que pode ajudar a nortear outros projetos de construção verde pelo país. Esta é uma oportunidade interessante para o Brasil.

   José Octávio Armani Paschoal é presidente do Instituto Inova, gestor do Parque Eco Tecnológico Damha|

www.institutoinova.org.br
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Centro valorizado com privacidade de casa e a estrutura de clube

Apostando no centro de Londrina, a Graúna construções negocia as últimas unidades do Splendor Centro com entrega para 2012 e prepara novos empreendimentos na região
   A Graúna Construções aposta no potencial da área central de Londrina e se prepara para novos empreendimentos na região do antigo “Colossinho” em uma área destacada de 14 mil metros quadrados. Na região, a construtora comercializa as últimas unidades do Splendor Centro, com previsão de entrega ainda em 2012. Além disso, a construtora promete revitalizar todo o quarteirão valorizando o centro, na região das ruas Santos, Paranaguá e Quintino. O show room do Splendor está na Rua Quintino Bocaiúva, nº 768, Londrina, PR.

   O Splendor Centro foi um dos primeiros empreendimentos londrienses na área central e é considerado no mercado uma das maiores área de lazer no estilo clube no centro de Londrina. Com base em pesquisa, a construtora Graúna detectou que 54% dos entrevistados preferem morar no centro de Londrina e que também 55% deles escolheriam um imóvel com área de lazer completa no centro, ou seja, o futuro comprador quer facilidade de acesso a bancos, a escolas, a faculdades, ao transporte coletivo e principalmente ao trabalho, além de qualidade de moradia.

   Dados da ACIL (2006 - Associação Comercial e Industrial de Londrina) trazem que a área central de Londrina concentra 11.600 estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços o que representa boa parte destas atividades e a realidade nos últimos seis anos não mudou muito.

   O Splendor tem152 apartamentos, divididos em duas torres de 19 andares, em uma área total de 22 mil metros quadrados. O projeto segue a tendência de mercado de condomínios verticais, com ampla área de lazer em três mil e 500 metros quadrados, chamados de “condomínios resorts”. As plantas dos apartamentos são Moduflex, com quatro tipos de opções.

   “Apostamos muito na qualidade de nossos produtos e os desenvolvemos esperando atender e satisfazer o máximo possível a ambição de moradia do cliente. Para isso, alguns pontos são muito importantes, entre eles a localização do empreendimento.”, diz Rodolfo Kouri, diretor comercial da Graúna Construções.| www.graunaconstrucoes.com.br
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Brookfield Incorporações constrói seu primeiro barracão ecológico no Rio

   A Brookfield Incorporações, uma das maiores incorporadoras do Brasil, acaba de construir seu primeiro barracão ecológico no Rio de Janeiro. A iniciativa, ainda pouco comum no mercado imobiliário, é mais um esforço da empresa em estimular na sua operação o consumo consciente dos recursos naturais.

   O local escolhido foi a obra do empreendimento Brookfield Place, na Barra da Tijuca. À primeira vista, o barracão pode parecer como outro qualquer, mas alguns itens ali destacam a razão pela qual ele é diferente. A começar pela decisão de montar um barracão que fosse utilizado durante a construção das primeiras fases do empreendimento. “Nossa maior motivação foi experimentar recursos alternativos que pudessem ser replicados em outros canteiros. Assim podemos manter os parâmetros de sustentabilidade da empresa e gerar economia ”, afirma o engenheiro e diretor de obras, Carlos Éden.

   Além de espaço para bicicletário dos operários e a utilização de lâmpadas fluorescentes e compactas, o espaço tira partido de placas de energia solar para o aquecimento da água de alguns chuveiros do banheiro dos operários. No escritório, refeitório, almoxarifado, sanitários e vestiários, as telhas utilizadas nas dependências são de fibra vegetal que não retêm o calor e telhas translúcidas que iluminam naturalmente o ambiente.

   Entre as iniciativas adotadas na concepção do barracão ecológico estão ainda o acionamento automático dos chuveiros e válvulas dos mictórios, para controle de fluxo de água, e ainda o reaproveitamento da água proveniente dos lavatórios, chuveiros e da até mesmo da chuva, por meio de calhas de captação de água pluvial para uso nos vasos sanitários. “No total, estima-se uma economia de 20 % a 30 % do consumo de energia elétrica e água potável da área de vivência da obra”, afirma Éden. A expectativa é que o modelo se repita em outros barracões Brasil afora.

   A iniciativa reflete o esforço da Brookfield para causar o mínimo de impacto possível. Nesse sentido, a empresa também desenvolve projetos através do Instituto Brookfield - organização sem fins lucrativos mantida pela Brookfield. Em seu escopo de atuação estão iniciativas ligadas à conservação ambiental, inclusão social e o desenvolvimento sustentável nas regiões onde a empresa está presente.| www.br.brookfield.com
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Construtora Tarjab inicia vendas de empreendimento em Curitiba, desta vez no Portão

Empreendimento terá 114 unidades de dois quartos, duas opções de planta, distribuídas em mais de 2.000 m2 de terreno
   A Construtora Tarjab, empresa com mais de 28 anos de história, iniciou as vendas do seu terceiro empreendimento em Curitiba, o “Next Home”. Depois das experiências de sucesso com o “The F1rst” (100% das unidades vendidas antes da entrega, em fevereiro de 2010) e “Magno Água Verde” (96% das unidades vendidas, com previsão de entrega para outubro de 2011), a empresa tem confiança de repetir o mesmo desempenho com o “Next Home”.

   O empreendimento tem como pontos fortes a localização (em até seis minutos chega-se a: Big Portão, Clube Literário, Terminal do Portão, Sesc Portão, Colégio Papa João XXIII, Curitiba Master Hall e Shoppings Total e Palladium), além de fácil acesso a transporte público e vias de acesso a toda cidade - e os itens característicos da marca Tarjab, como acabamento diferenciado, alto nível de personalização e prestação de serviços. Serão 114 unidades de dois quartos, em diversas configurações de planta.

   Alguns dos acabamentos oferecidos pelo “Next Home” são novidades para empreendimentos de dois quartos em Curitiba, como persianas de enrolar (com vedação total da luz externa), infra-estrutura para medição individual de água e gás, além do ponto de água quente na cozinha. As áreas comuns têm lounges externos e com lareira à gás, salão de festas com churrasqueira, piscina, sala de ginástica, salão de jogos, brinquedoteca e áreas de churrasqueira. O Projeto ainda prevê uma galeria comercial.

   Para Wilton Ishikami, gerente comercial da Tarjab, o mercado imobiliário da capital paranaense ainda apresenta uma boa demanda para empreendimentos de dois dormitórios. “A grande procura se dá por aqueles que procuram o primeiro apartamento próprio, como jovens casais e solteiros, além de famílias menores. Nos últimos meses, empresas que têm apostado neste público têm mantido as vendas em alta”, analisa o executivo. “No caso do ´Next Home´, a localização é um grande diferencial. Está em uma área central da capital, numa região com ampla gama de comércio e serviços. Sem contar que o bairro do Portão está na rota do novo metrô de Curitiba”, completa.

   Ficha Técnica Next Home - Av. República Argentina, 2.524, Portão, Curitiba, PR / Construção e incorporação: Construtora Tarjab Ltda / Arquitetura: Luiz Alberto Borges de Macedo / Paisagismo: Martha Gavião / Áreas Comuns: Entregues equipadas e decoradas / Torres: 2 / Unidades por andar: Torre A – 6 por andar / Torre B – 7 por andar / Total de Unidades: 114 apartamentos + 6 lojas / Dormitórios: 2 dormitórios (1 Suíte) / Vagas por unidade: 1 ou 2 vagas| www.tarjab.com.br
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O novo patamar do mercado imobiliário

Claudio Bernardes / O mercado imobiliário caminha para o patamar do desenvolvimento sustentado. Vários são os indícios do processo, alicerçados em pesquisas mensalmente realizadas pelo Secovi-SP, que acompanham o desempenho da área em termos de volume de vendas e de lançamentos, com base em dados da Embraesp, e na observação da linha histórica do segmento.
Para que se possa avaliar o comportamento do mercado, é preciso considerar um período de tempo maior. Imóvel não é produto similar aos de uma linha de produção industrial. Entre a concepção e a entrega final das unidades de um empreendimento, são consumidos três ou mais anos. Assim, ignorar essa especificidade pode resultar em interpretações equivocadas. A análise isolada do número de unidades vendidas, ou como foram vendidas e a que preço, sem considerar o conjunto das operações, pode não conduzir à correta avaliação. É a apreciação global dos indicadores disponíveis que revela um setor e sua evolução, principalmente se esse segmento tem elevado ciclo operacional.
À luz dessa premissa, cabe olhar o passado recente de nossas atividades. Os anos 80 e 90 são considerados décadas perdidas para a indústria imobiliária brasileira. Excetuando-se os programas habitacionais no final do governo Figueiredo, pouco aconteceu de substancial na produção de moradias do País. Nesse período, o problema do setor e da sociedade teve um denominador comum: a falta de financiamentos.
A situação começou a mudar somente a partir de 2002, quando medida do Banco Central provocou a volta de recursos para o crédito imobiliário. Era o então chamado Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) virtual, um dinheiro que deveria ter sido destinado à habitação, e não o foi. Mas a grande mudança passa a acontecer de fato em 2004, com marco regulatório que veio garantir segurança aos agentes financeiros, às empresas e aos compradores de imóveis no Sistema Financeiro de Habitação (SFH).
Desde então, o mercado imobiliário vem experimentando um notável crescimento, relacionado ao aumento do poder aquisitivo e à volta dos financiamentos, com prazo e taxa de juros compatíveis com o bolso do comprador.
Em 2004, os empréstimos realizados com recursos da caderneta de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 3 bilhões, em âmbito nacional, correspondentes a 54 mil unidades. De lá para cá, o incremento foi excepcional. Chegamos em 2011 com R$ 80 bilhões em financiamentos (um recorde histórico), equivalentes a 493 mil habitações, e a previsão para este ano é de quase R$ 104 bilhões.
Essa curva ascendente teve um pico em 2010, que foi um ano incomparável. E houve uma razão concreta: o Produto Interno Bruto registrou taxa de 7,6%.
Dinamismo econômico, renda maior, confiança no futuro, forte demanda por imóveis, financiamento abundante e produção condizente foram os ingredientes da receita do surpreendente sucesso do setor.
E haveria tudo para essa receita continuar funcionando em 2011 não fosse uma nova crise abalar a economia mundial. O Brasil não ficou imune à desaceleração internacional, como comprova o aumento de apenas 2,7% do PIB.
O mercado imobiliário na capital paulista, que por ser o maior do País é também o mais sensível, sofreu com a diminuição de três ingredientes na mencionada receita: a economia arrefeceu, a confiança diminuiu e a demanda se retraiu um pouco. Tal fato repercutiu no desempenho do setor, que passou a fazer o necessário ajuste para que reencontrar o ponto de equilíbrio ideal, agora com vistas a um crescimento sustentado.
Embora a comercialização no ano passado tenha superado os níveis históricos médios, até mesmo com Valor Geral de Vendas (VGV) ligeiramente maior, o mercado teve desempenho menor se comparado unicamente aos elevados números de 2010.
Isso não significa uma desativação preocupante, como alguns insistem em afirmar. Na verdade, o setor está se ajustando às novas condições. Afinal, a grande função social do mercado imobiliário é equilibrar oferta e demanda, para que se consiga a estabilidade de preços
Essa é a ciência dos negócios imobiliários. Uma ciência esquecida pela euforia que envolveu a todos, graças a um cenário econômico exuberante, vis-à-vis à realidade de outros países, e que agora se assenta em seu devido lugar.
Desse modo, sem entusiasmo exagerado, mas com objetividade, é de se esperar que o mercado de imóveis continue a apresentar bons resultados em 2012 e nos próximos anos. Inclusive, cada vez mais bem distribuído no atendimento a diferentes faixas de renda familiar.
Até 2022, será necessário produzir 23 milhões de novas moradias no País, de cerca de 1,9 milhão de habitações por ano. Isso implica trabalhar muito para que programas governamentais, como o Minha Casa, Minha Vida, funcionem para todos, inclusive nas metrópoles. Implica, ainda, propor e defender a adoção de novos modelos de ocupação urbana, sem os quais é impossível viabilizar os empreendimentos e, por consequência, equilibrar oferta e demanda. Esses são os novos desafios de nosso setor.
   Claudio Bernardes é presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação, e da Ingaí S/A| www.secovi.com.br
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MZM Construtora anuncia construção de hotel em Diadema

Além do hotel, empreendimento mixed-use contará com prédio comercial e torre residencial, dentro dos padrões condomínio clube
   A MZM Construtora construirá o primeiro hotel de Diadema. O empreendimento faz parte de complexo arquitetônico composto por, além do hotel, uma torre comercial e mais três prédios residenciais que terão o conceito de um condomínio clube. Com espaço para eventos e convenções, o hotel atuará no segmento midscale, dirigido ao público de negócios. O projeto mixed-use ocupará terreno com 10.800 mil metros quadrados e prevê ainda a construção de um strip-mall com área projetada para lojas, restaurantes, padaria e bancos. O mall realizará a integração de acessos ao hotel e a torre comercial.

   Tendência no mercado imobiliário, os empreendimentos mixed-use reúnem apartamentos, salas comerciais, hotéis, flats e centro comercial como forma de oferecer maior qualidade de vida aos moradores, que não precisarão fazer trajetos longos cada vez mais demorados dentro das cidades.

   Em São Paulo, existem apenas sete construções deste padrão. No Grande ABC, os empreendimentos mixed-use ainda são incipientes. Além deste novo empreendimento da MZM Construtora, o Espaço Cerâmica, em São Caetano do Sul, é, atualmente, o único da região que segue o conceito. “Além de oferecer mais conforto ao morador, esses empreendimentos ajudam a movimentar a economia da cidade, fazendo com que o comércio local invista em melhorias para ganhar maior competitividade e valorização”, afirma Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM Construtora.

   “A inauguração do trecho sul do Rodoanel, novas oportunidades de negócio na região e a modificação da imagem da cidade são questões que tornaram o município bastante atrativo para a construção civil. Até o final de 2011 a MZM já tinha realizado seis empreendimentos na cidade, e até o final de 2012 deverão ser realizados mais cinco, totalizando 11 empreendimentos em Diadema, entre torres residenciais, prédios comerciais e bancários e supermercados, contabilizando cerca de R$ 300 milhões em investimentos no município de Diadema,” conta o executivo.

   Localizado entre as ruas Sete de Setembro e Amélia Eugênia, o empreendimento ocupará uma área próxima à prefeitura, ao Fórum e ao centro de Diadema, e visa atender as demandas geradas por turismo de negócios e profissionais liberais presentes na região. “O hotel será um marco importante para a cidade, sendo também o primeiro espaço para convenções e eventos de Diadema. Estaremos preparados para receber os turistas, que em sua maioria vem ao município a trabalho. Além disso, iremos gerar mais emprego e renda”, afirma Mário Reali, prefeito de Diadema.| www.mzm.com.br
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Crescimento imobiliário no nordeste exige maior profissionalismo

A Akamines Negócios Imobiliários, que já atua na região, abre novo serviço para treinar construtoras e empresas no ramo imobiliário
   Com a crise americana de 2008, o Brasil se tornou alvo de investimentos de construtoras brasileiras e estrangeiras. Por isso, o mercado imobiliário brasileiro se mantém num momento bastante positivo, tanto para investidores como para compradores. O acesso ao crédito têm tornado a compra de um novo imóvel mais acessível para consumidores com rendas variadas.

   As previsões para o Nordeste são otimistas, pois se destacará no mercado imobiliário fora do eixo Rio-São Paulo, nos próximos anos. Segundo o IBGE no primeiro trimestre de 2010, a Bahia ficou em terceiro lugar entre os líderes do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nordestino com 6,4%, ficando atrás apenas de Ceará e Pernambuco, ambos com 8,4%. A renda salarial das famílias da região nordestina tem aumentado no mesmo ritmo, por causa das novas oportunidades de emprego em diferentes setores. As construtoras e incorporadoras estão investindo em programas populares de casa própria e também em construções de padrões médio e alto.

   De olho neste mercado, a Akamines Negócios Imobiliários Ltda, empresa cujo objeto é facilitar todo o trâmite burocrático na área imobiliária, e que já atua no nordeste, inicia novo serviço na região, com treinamento para construtoras e empresas do ramo imobiliário. “O curso será feito em formato de palestra, com apresentação de slides e material didático, faremos um apanhado geral sobre o crédito imobiliário: historia, origem dos recursos, tipos de financiamento, informações dos produtos oferecidos pelos Bancos, passo a passo do processo de repasse. Se necessário, além do treinamento, poderemos montar para as construtoras e empresas um fluxo de processo para ajudá-los no dia a dia.”, conta Daniele Akamine, diretora da empresa e advogada especializada no ramo imobiliário.

   Segundo ela, apesar do crescimento imobiliário no nordeste, a região ainda possui poucos profissionais que atuam no ramo. “É importante que haja uma profissionalização maior nos serviços na região principalmente para deixá-los em sintonia, ou seja, ‘falando a mesma língua’ que São Paulo, por exemplo, onde se concentram as centrais de crédito imobiliário dos grandes bancos. O objetivo é dar conhecimento do que seja o crédito imobiliário, como funcionam, regras dos produtos, o que pode e o que não pode”, destaca a advogada.

   Daniele Akamine destaca também que é importante a empresa ter um fluxo de processo para ganhar eficiência e maximizar resultados. “Com um fluxo a empresa consegue manter o padrão, identificar as falhas, ganha velocidade para corrigi-las, consegue medir a quantidade de mão de obra necessária. Ganha eficácia no processo.”, finaliza.| www.akamines.com.br
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Tecnologia, Sustentabilidade e Personalização: Tripé é base para empreendimentos da BKO

   Cada vez mais as construtoras buscam novas formas de aproximar os recursos tecnológicos da sustentabilidade, proporcionando ainda mais conforto a quem adquire seus empreendimentos. De acordo com essa tendência, a Construtora e Incorporadora BKO, que atua há 25 anos no mercado, tem inserido em seus projetos três pilares que melhoram a qualidade de vida ao mesmo tempo em que cuidam do planeta: tecnologia, sustentabilidade e personalização.

   Tecnologia – A aplicação de recursos tecnológicos nos apartamentos e nas áreas comuns ampliam a segurança e também a comodidade dos moradores. Hoje, é possível optar por leitura biométrica nas portas e nas áreas comuns, permitindo o maior controle de acesso. A navegação na internet, tão usual e necessária no dia a dia, também fica garantida pela disponibilização do wi-fi em todos os ambientes e pela instalação de telas touch screen que permitem a visualização de informações como previsão do tempo, trânsito e serviços exclusivos do condomínio.

   Sustentabilidade – Na busca pela maior preservação ambiental, os chamados prédios verdes oferecem medidas na busca pelo não desperdício de água. Em empreendimentos da BKO, é cada vez mais comum a instalação do sistema de descargas Dual Flush, torneiras com fechamento automático e reaproveitamento da água de chuva. Além disso, a economia de energia também tem sido alvo dos projetos que aplicam iluminação de LED e optam pela criação de janelas mais amplas, permitindo a maior entrada de luz e ventilação natural.

   E as medidas sustentáveis também se estendem à garagem que, hoje, contam com tomadas para recarga de carros e bicicletas elétricos, uma tendência que deve crescer ainda mais nos próximos anos.

   Personalização – Ao optar pelo oferecimento de empreendimentos planta-livre, ou seja, apartamentos que são entregues apenas com as paredes que separam a cozinha e o banheiro, o proprietário consegue transformar o espaço de acordo com suas principais necessidades.

   Além de oferecer o Meu Estilo BKO, um programa que facilita a personalização do espaço e entrega o apartamento pronto para morar, é possível optar pela instalação de sistema de automação de persianas, iluminação e som.| www.bko.com.br
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Scopel completa 45 anos e cresce 18 vezes nas últimas duas décadas

A empresa já implantou empreendimentos em 106 municípios de 17 estados brasileiros, e há várias outras cidades em avaliação
   Ao comemorar 45 anos a Scopel Desenvolvimento Urbano alcançou a impressionante marca de 192 novos bairros residenciais implantados, em cerca de 120 milhões de m² urbanizados. “Somados, esses empreendimentos representaram mais de 74 mil terrenos comercializados e entregues, em 106 municípios de 17 estados brasileiros”, informa o diretor geral da Scopel Ciro Schmeil.

   De 1990 até hoje, os negócios da empresa se multiplicaram por 18, com expressivo destaque para os dois últimos anos. “A história recente da Scopel foi marcada por um profundo processo de transformação e inovações”, comenta Schmeil.

   Novo estilo de vida - Duas décadas após implantar o conceito de “edge cities”, ou cidades à margem dos grandes centros, largamente utilizado nos Estados Unidos e desenvolvido pela empresa no país com o apoio do escritório de urbanismo Foster Conant, dos Estados Unidos, a Scopel reúne um grande número de empreendimentos com esse conceito.

   Anos depois a empresa passou a realizar lançamentos com o foco no crescimento organizado e sustentável. Nesse novo ciclo, a empresa trouxe para o Brasil o arquiteto Keith Oropeza, da consultoria E-Sciences Sustainable Landscape Architecture, com sede em Orlando, Flórida – EUA.

   Defensor do princípio Smart Growth (Crescimento Inteligente), uma tendência do chamado Novo Urbanismo, Oropeza prega a valorização de espaços para as pessoas em detrimento do automóvel, aproximação da residência do local de trabalho, preservação ambiental e aprimoramento dos transportes de massa. Tendo o Smart Growth como essência, os novos projetos da Scopel cada vez mais valorizam a qualidade de vida e a sustentabilidade.

   “O conceito de bairro planejado é seguindo a risca em todos os nossos projetos. Oferecer qualidade de vida, lazer, segurança e acesso a comércios e serviços consolidou nossa marca nesses 45 anos como referência em desenvolvimento urbano”, analisa Yannis Calapodopulos, superintende comercial e de marketing da Scopel.

   Expansão e sustentabilidade - A nova etapa da história de sucesso da empresa foi marcada pela expansão de conceitos de sustentabilidade, dando a aspectos sociais e ambientais a mesma importância do econômico. Em 2007 houve a associação ao Carlyle Group, um dos maiores grupos de investimentos do mundo, que se tornou controlador da empresa. À época a empresa já havia lançado com sucesso mais de 50 empreendimentos em municípios paulistas e urbanizado quase 100 milhões de m.

   Outro passo importante foi a associação ao braço brasileiro do Green Building Council, ONG que promove a adoção de práticas de Green Building da concepção à construção e operação de edificações e espaços construídos. Uma vez consolidada como líder em projetos urbanos no Estado de São Paulo, a Scopel estava efetivamente preparada para o novo salto – o atendimento às necessidades de moradia em outras regiões do país.

   Sem deixar de lado seu foco no crescimento em solo paulista, a empresa deu andamento ao projeto de expansão nacional, pesquisando algumas cidades médias brasileiras de maior crescimento na última década. Hoje, a empresa está presente em mais de 17 estados brasileiros, além de ter outros projetos em desenvolvimento.| www.scopel.com.br
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