Fernanda Hoffmann

 

 

 

À frente do escritório que leva seu nome desde 2009, a profissional já realizou diversas obras residenciais e comerciais no Estado de São Paulo, com atendimento especializado para construtoras e incorporadoras. Sempre em constante atualização, a arquiteta visita periodicamente feiras e mostras do setor. Além disso, Fernanda faz questão de conhecer de perto fábricas e fornecedores, trazendo o que tem de mais atual e inovador a seus clientes. Seus projetos são caracterizados pelas paletas de tons neutros e estilo clean, resultando em ambientes agradáveis e atemporais

 

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Interiores

Residencial

 

 

 

Apartamento Santana | São Paulo / SP

 

 

Clientes da arquiteta e designer de interiores Fernanda Hoffmann, um jovem casal com dois filhos comprou um apartamento em Santana, Zona Norte de São Paulo, e optou pela profissional para um projeto de interiores focando dois cômodos da casa: a sala e o terraço (com um total de 46 m2 entre esses dois ambientes), com a intenção de torná-los agradáveis e amplos para receber a família, que é numerosa, de maneira confortável.

“O imóvel era novo e foi entregue pela construtora sem piso, com paredes todas brancas e teto rebaixado em gesso. Aproveitei o forro, mas criei cortineiros e molduras para deixá-lo mais interessante. O piso em porcelanato marmorizado foi um pedido da cliente, pois nos outros projetos desenvolvidos usamos um bege liso, e agora a ideia era propor algo diferente. No terraço, trocamos a bancada existente de granito siena por uma de quartzo creme”, detalha Fernanda.

O porcelanato foi o material escolhido para as áreas sociais por conta do estilo de vida dos clientes, que prezam pela praticidade e facilidade na limpeza. “Como o piso já tem um desenho marmorizado bem marcante, usei cores neutras nas paredes para criar ambientes atemporais. Na parede da sala, optei pelo uso do espelho para dar mais amplitude ao ambiente, efeito que não conseguiria se usasse um menor e que tivesse moldura”, explica a arquiteta.

Na parte luminotécnica, foram usadas lâmpadas de led distribuídas ao longo da sala e terraço, conforme layout aprovado pelo cliente. Esta iluminação criou um efeito interessante sobre as prateleiras de vidro, enfatizando os objetos decorativos presentes. O destaque do projeto ficou para o lustre da sala de jantar em cristal.

Fotografia: Henry Lopes

 


 

Coletiva

 

 

Áreas comuns | Santo André / SP

 

 

O padrão “club” deixa de ser privilégio dos condomínios de luxo e passa agora a atender os prédios mais populares. “Adeus, ao básico salão de festas e piscina. Este projeto residencial em Santo André teve início em 2013, com obra entregue este ano, e atende um complexo de dois condomínios, sendo o lote A, com aproximadamente 215 m2 e o lote B, com cerca de 200 m2. A construtora Conx priorizou as áreas comuns com o intuito também de alavancar as vendas. A primeira torre conta com um hall social, salão de festas, salão de jogos, espaço fitness e brinquedoteca. Já o segundo possui duas torres e contempla o hall social, a brinquedoteca e o fitness. O maior desafio foi executar a proposta dentro de um orçamento enxuto, condizente com o padrão do empreendimento”, afirma a arquiteta e designer de interiores, Fernanda Hoffmann.

Mesmo com pouco investimento, a arquiteta trouxe graça ao projeto. “Conseguimos uma economia de 50%, sendo que cada condomínio custou em torno de R$80 mil. Para isso, usei pouca marcenaria, preenchi as paredes com pinturas especiais, adesivos e espelhos. As cortinas foram escolhidas com tecidos mais simples. Os quadros também são uma versão econômica, pois ao invés de comprar os pintados a óleo, optei por imprimir fotos de bancos de imagens em telas e emoldurar. Para trabalhar com área comum o segredo é usar bases neutras e atemporais, pois agrada uma parcela maior dos moradores”.

Em quase todos os ambientes, a profissional utilizou cerâmica com rodapé em poliestireno, exceto nas áreas fitness e brinquedoteca, onde optou por piso vinílico, mais adequado para essas atividades. Nas brinquedotecas, uma parede com pintura em tinta lousa verde, que é um material barato e tem apelo lúdico para as crianças, valoriza o espaço.

Em termos de paisagismo, a arquiteta colocou uma Yuka no salão de jogos e um Pandanus no salão de festas, por serem plantas resistentes a ambientes internos. No lote B um vaso com bambu proporciona um efeito decorativo.

O forro rebaixado aparece em todas as áreas, pois é no térreo dos edifícios que existem os desvios hidráulicos. “No lote A, priorizei luminária com lâmpada fluorescente em todos os espaços, com exceção de alguns pontos de dicroica no salão de festas e no de jogos. Pendentes decorativos destacam o hall e o salão de jogos. Já no lote B, usei mais as dicroicas; apenas no fitness que usei as fluorescentes, pois não aquecem o ambiente”, finaliza Fernanda.

Lista de fornecedores: Quadros – Image 3 / Móveis – Inkasa / Vasos e plantas – Nina Paisagismo / Luminária pendente – Empório Luz / Espelhos – Vidroserv / Cortinas e almofadas – Sol e Art / Marcenaria – Beldan e Jacunart / Pebolim – Dinâmica Diversões / Eletrodomésticos – Etios Comercial / Equipamentos de ginástica – Casa do Fitness / Objetos decorativos – Via Classic, LS Selection, Tok Stok / Adesivos de parede – Denizo.

Fotos: Sidney Doll

 


 

Residencial

 

 

 

Apartamento Mooca | São Paulo / SP

 

 

Um jovem casal, sem filhos, procurou pela arquiteta e designer de interiores Fernanda Hoffmann para transformar o apartamento recém-adquirido na Mooca, bairro da Zona Leste de São Paulo, sem gastar muito. A proposta era aproveitar a estrutura atual do imóvel usado de 122 m2 de área construída, distribuídos em 12 cômodos, utilizando alguns móveis da antiga residência. “O maior desafio deste projeto de reforma e interiores foi executá-lo com os clientes morando dentro do imóvel, que estava bem gasto, com piso laminado deteriorado, cerâmicas ainda originais nos banheiros e terraços, com a bancada nova em granito trocada pelo antigo morador. O forro de gesso foi mantido por estar em bom estado e parte da marcenaria foi retirada para dar lugar a móveis mais atuais”, pontua a profissional.

 

De acordo com Fernanda, não houve alterações na alvenaria. “Optei por trocar pisos e revestimentos antigos por tacos de madeira, porcelanatos e pastilhas; aproveitei o forro de gesso, mas precisei completar molduras em alguns lugares, criar cortineiros e abrir rasgos para embutir a marcenaria. Boa parte da marcenaria foi aproveitada, mas muita coisa nova foi feita, como os gabinetes dos banheiros, terraço e toda a sala e home office”.

 

O taco de madeira palito de cumaru foi escolhido para aquecer os quartos, e o porcelanato com um leve marmorizado ganhou a vez nas áreas sociais – sala e terraço – por causa da cachorrinha, animal de estimação dos clientes, oferecendo praticidade na hora da limpeza. Nas paredes, Fernanda elegeu cores neutras nas paletas entre bege e cinza para ser atemporal, destacando os revestimentos geométricos no terraço – uma tendência – e o cimentício em relevo na sala de jantar, usados para quebrar a monotonia.


Na suíte do casal a preferência era uma TV que não ficasse aparente, por isso o aparelho foi embutido atrás do espelho da penteadeira. Um abajur e um pendente com lâmpadas incandescentes compõem a iluminação do ambiente.

 

Como o forro foi aproveitado em quase todo o apartamento, o projeto luminotécnico quase não sofreu alteração. “Apenas acrescentei um lustre sobre a mesa de jantar com lâmpada palito e um abajur na mesa lateral com lâmpada de LED. No terraço, era proibido alterar as luminárias pelo padrão da fachada imposto pelo condomínio. E, para fechar a decoração do imóvel, usei plantas artificiais na sala e na área externa”, finaliza Fernanda.

 

Fotos: Nando Carvalho

 


 

Residencial

 

 

 

Residência em condomínio | São Paulo / SP

 

 

A arquiteta e designer de interiores Fernanda Hoffmann entregou para a construtora e incorporadora TS Engenharia, o projeto de interiores Nova Porcelana de um modelo decorado pertencente a um condomínio fechado com 18 casas, no bairro do Jabaquara, em São Paulo. A proposta era mostrar ao futuro comprador, como um sobrado de 77m2 podia ter ambientes amplos e bem iluminados e, desta forma, alavancar as vendas dos imóveis que já estavam prontos e, na época do lançamento, a empresa não havia feito este tipo de trabalho.

Com início no mês de abril de 2015, o projeto levou três meses para ser concluído. “A verba para o modelo decorado era bem reduzida. Por isso, optei por pouca marcenaria, que costuma ser um item caro na obra, e usar materiais mais simples, como o piso laminado. O imóvel estava no contrapiso, sem forro de gesso e com todas as paredes pintadas de branco”, descreve a arquiteta.

De acordo com Fernanda, a prioridade foi a circulação, para que o possível cliente não tropeçasse em móveis, concluindo que o imóvel é pequeno para ele. “As cores claras e móveis de vidro ou espelho deram a sensação de amplitude. Sem verba para fazer o forro de gesso nos ambientes, a solução para o rebaixo na sala para esconder a tubulação do banheiro no andar de cima, foi adotar uma sanca iluminada. Nos demais espaços, foi utilizado apenas uma moldura decorativa com plafons no centro para iluminação”.

Já na cozinha, a sanca de gesso delimitou a área da mesa de jantar. Armários em tom de bege, mais quente que as tradicionais cozinhas brancas, oferecem um aconchego diferenciado. No quarto de solteiro foram colocadas duas camas para mostrar ao visitante a capacidade do imóvel, sem a necessidade do uso do beliche.

Fotografia Sidney Doll

 


 

 

 

 

 

 

 

Residencial

 

Apartamento Jabaquara | São Paulo /SP

 

 

Projeto rápido, baixo custo e com proposta descontraída - A arquiteta Fernanda Hoffmann teve dois meses para desenvolver o trabalho para uma cliente no Jabaquara, em SP. A proposta foi evitar o quebra-quebra de obra e destacar a decoração e iluminação do projeto

A arquiteta e design de interiores Fernanda Hoffmann teve apenas dois meses para reformar o apartamento de uma cliente no Jabaquara, em São Paulo. “Foi um trabalho rápido, com baixo custo e que desse ao local um ar jovem e descontraído com o espírito da moradora, que tem como hobbie a fotografia. Por isso, emoldurei suas fotos preferidas que foram colocadas acima do sofá da sala. Além disso, aproveitei muitas peças para evitar novas compras, como o painel/ rack da sala, espelho, molduras de gesso e armários embutidos”.

O piso de tecnocimento, que pode ser aplicado sobre a cerâmica existente, foi o escolhido para evitar o quebra-quebra de obra. Em todos os cômodos, o cinza é o tom que prevalece em meio a lâmpadas de tom amarelado, por ser mais quente e aconchegante.

Já o forro foi projetado para dar bastante iluminação e ser um elemento de destaque, já que a sala era pequena e dois pontos de luz não iluminavam bem. Com o rebaixamento do forro, foi possível melhorar a iluminação, além de criar efeitos cênicos.

Circuitos independentes na sala propiciam várias ocasiões, como assistir TV, jantar e receber convidados. Fitas de LED foram usadas nas sancas, spots de par 20 e lâmpada halopin no lustre.

“Foram acrescentados espelhos acima da bancada de trabalho no quarto de hóspedes e criados mudo no quarto principal, aliados para refletir a iluminação artificial e melhorar a claridade do ambiente”, revela a arquiteta.

A luminária de teto faz o papel principal na iluminação dos ambientes e a arandela dá apoio na hora do trabalho sobre a escrivaninha. “Como o cliente não quis rebaixar o forro dos quartos para não estourar o orçamento, melhoramos a iluminação com arandelas, abajures e pendentes”, finaliza Fernanda.

 


 

   

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