Frederico Zanelato

 

 

55 11 4738-4213
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Residencial | Casa Martins Siqueira


Residencial | Casa Salc


Corporativo | Atelier


 

.Casa Martins Siqueira | Jundiaí, SP


 

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Ficha Técnica
Arquiteto titular, autor do projeto e responsável pela obra: Frederico Zanelato
Arquiteto Junior, co-autor do projeto e coordenador da obra e projetista elétrico: Marcelo Miua
Arquiteta Junior, co-autora do projeto: Fernanda Kano
Estagiários: Regina Sesoko, Vinicius Reis, Marcela Botta, Stefani Carmo
Calculo Estrutural: Wagner Garcia de Oliveira
Projeto de paisagismo: Pedro Paulo Miwa
Impermeabilização: Wellington V. de Brito
Fotos: Bebete Viegas

Casa Martins Siqueira
O lote

Situado em um condomínio na divisa entre Jundiaí e Itupeva, a 60km de São Paulo, 1000m² de área, com leve declive e uma fantástica vista para a Serra do Japi o lote escolhido a dedo pelos proprietários indicou um partido propício.
O cliente
Um casal jovem, feliz, com dois filhos; uma criança e um adolescente e muitos amigos. Querem uma casa para finais de semana, um lugar para momentos inesquecíveis, querem fazer festas, receber, descansar, criar... ele é publicitário e ela empresária, vivem em São Paulo.
O programa
Fazem questão de que a vista para a Serra do Japi seja o início e o fim das idéias, de que a casa interaja com o entorno, que estimule o bate papo, que os espaços sejam integrados e a natureza privilegiada, principalmente a natureza das pessoas ! Sala, refeições e cozinha num mesmo ambiente, quatro suítes, serviços e lazer.
A casa
Obedecendo a topografia de terreno e sua posição geográfica a casa foi pensada em três blocos; íntimo, social e de serviço, ligados por uma área de circulação com três pés-direitos distintos.
O acesso a casa se dá por uma alameda arborizada. A fachada indica claramente dois blocos separados por um grande painel de madeira, a porta principal, que quando aberto, revela a intenção. A serra está emoldurada, suas nuances são percebidas durante a rota solar ou lunar. O muro de concreto ciclópico, elemento que na construção ganha um significado atemporal de força, solidez e criatividade, uma analogia poética à família é o convite. A iluminação zenital é utilizada para criar sensações e justificar a textura dos materiais.
O bloco íntimo tem acesso em dois níveis e está localizado próximo à alameda, tem aberturas para o leste e para um espaço central da casa, aberto, intitulado "praça dos pássaros" . Recebe o sol da manhã e ventilação cruzada graças a aberturas estratégicas.
O bloco social é uma agradável sombra com vista para piscina, área de lazer e Serra do Japi. Nele, cozinha, refeições e estar integram-se. Sua posição entre a "praça dos pássaros" e a área da piscina é estratégica para o convívio.
A área de lazer está localizada na maior área livre do lote, está aberta a vista que inspirou a escolha do terreno: a Serra do Japi.
A praça dos pássaros está localizada entre os blocos social e íntimo. Funciona como um filtro entre eles e cria um espaço aberto intimista.
A laje que sombreia o bloco social é utilizada como mini campo de golfe e como acesso exclusivo para o atelier que fica sobre o bloco de serviço.
A escolha dos materiais foi definida de acordo com a função de cada espaço obedecendo a regras básicas de conforto ambiental e dos desejos desta família.

.Casa Salc | Mogi das Cruzes, SP


 

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Ficha Técnica
2009, Mogi das Cruzes, São Paulo.
Autores : Frederico Zanelato, Fernanda Kano e Regina Sesoko
Colaboradora : Regina Santos
Estagiarios : Guilherme Bravin e Nayara Mendes
Estrutura : Wagner Garcia de Oliveira
Fotos : Bebete Viégas

CASA SALC
A paisagem de uma reserva nativa dentro do próprio condomínio orientou a implantação e as aberturas da residência, localizada em Mogi das Cruzes.
O lote de 12x30m, em acentuado aclive, e de frente para uma mata fechada, proporcionou a ocupação das áreas social e íntima em um único pavimento, em nível elevado, de onde a vista era privilegiada.
A área de serviço e abrigo de veículos aproveitou o pavimento térreo, sob a caixa do bloco social.
Sala e cozinha são concebidas de forma integrada, e uma grande abertura neste volume emoldura a paisagem verde.
Os dormitórios, sala de brinquedos, escritório e banheiros tomam o corpo posterior da casa, conformando um pátio mais reservado às atividades de convivência da família.
O único plano de telhado que cobre os dormitórios, e cria outra volumetria, abriga também a caixa d’água.
Para os fechamentos voltados para a reserva defronte e para o pátio, escolheram-se os panos de vidro. Pedra mineira em caco reveste o piso das áreas sociais, e as paredes em alvenaria recebem o emboço sarrafeado.
Desta forma, vislumbrando as possíveis paisagens, aproveitou-se o desnível do terreno para a distribuição mais adequada do programa desta residência, e, conseqüentemente, a conformação de agradáveis ambientes de estar.

.Atelier | Serra do Itapeti/ SP


 

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Ficha Técnica
Atelier Frederico Zanelato Arquitetos
Autor: Frederico Zanelato
Co-autoras: Fernanda Kano e Regina Sesoko
Colaboradores: Guilherme Bravin e Nayara Mendes
Estrutura: Wladimir Polimeno
Área do terreno: 1000m2
Área da construção: 70m2
Local: Mogi das Cruzes, São paulo
Ano de conclusão: 2009
Fotos: Bebete Viegas

Atelier Frederico Zanelato Arquitetos
Em meio à Serra do Itapeti, no município de Mogi das Cruzes, foi escolhido o local para a construção do atelier de arquitetura.
O terreno em desnível, com muitas árvores, orientou a ocupação de modo que não se alterasse o perfil natural do solo, e não fosse necessária retirada de espécies arbóreas já consolidadas.
Procurou-se utilizar materiais simples, de baixo custo, que não fosse necessária mão-de-obra especializada, mas cujo produto final resultasse de um trabalho estético bem elaborado a partir da aplicação desses materiais.
O bloco de 8x8m pousa sobre o terreno, sustentado por quatro pilotis. Aplicou-se sobre ele o emboço sarrafeado, pintura preta nas faces externas e branca nas internas. O volume da caixa d’água, que abriga o lavabo e a copa, é o elemento vertical anexo ao corpo principal, revestido externamente por chapisco grosso e pintura na cor branca, e internamente por emboço sarrafeado e pintura preta.
O acesso se dá por uma passarela de madeira. A fachada sudoeste é composta por painéis em tábuas de demolição de variadas larguras e pelo volume da lareira em concreto sarrafeado, além do volume da caixa d’água. A face nordeste, voltada para a mata, possui caixilhos em vidro, abrindo o atelier para a paisagem. Os elementos de concreto vazados compõem as outras duas fachadas.
Para o piso foi escolhido o cimento queimado cinza, com ripas de ipê formando um desenho e funcionando como elementos de dilatação.
A cobertura é constituída por telhas metálicas termo-acústicas, pintadas de branca, clareando ainda mais o ambiente interno.
Visto, então, o ambiente natural existente no terreno, optou-se pela implantação do atelier com menor interferência possível no local, aplicando soluções e acabamentos simples, mas com estética sofisticada, demonstrando de forma concreta, o conceito utilizado em todos os trabalhos elaborados pelo escritório.

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